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Batalhão de São Gonçalo reduz índices de violência e fica em primeiro lugar no estado

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 01 de julho de 2015 - 11:21

Salema comemorou conquista e destacou interação entre as polícias

Foto: Sandro Nascimento

O 7ºBPM (São Gonçalo) conquistou ontem uma marca histórica e inédita. Pela primeira vez, o batalhão conseguiu reduzir todos os índices de criminalidade impostos pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e fechar o semestre em primeiro lugar no estado.

Os policiais conseguiram baixar as taxas de letalidade violenta (homicídio, latrocínio e auto de resistência), roubos de rua e de veículos, em 120% em relação ao mesmo período do ano passado. Por conta disso, os policiais vão receber uma gratificação de R$ 13, 5 mil.

À frente sétimo batalhão há 11 meses, o coronel Fernando Salema se diz emocionado em fazer parte desta conquista, mas enaltece também a integração entre as policiais Civil e Militar.

“Essa conquista não envolve só o batalhão, mas todas as delegacias da cidade. As ações foram integradas, todos trabalharam juntos para atingir a meta. Mas confesso que, pessoalmente, também é uma satisfação poder falar que eu fiz parte de tudo isso”, comemorou o oficial.

Salema ainda ressaltou que esses índices favorecem todos que moram ou transitam por São Gonçalo, e que a sensação de segurança fez com que a população se aproximasse da corporação.

“Não foram só ações policiais que conquistaram a confiança da população, mas também as ações sociais promovidas por nós, para nos aproximar do povo gonçalense. Todos sairam ganhando. Temos mais segurança para nossas famílias, para os nossos deslocamentos, inclusive os policiais que moram na cidade, que são clientes do próprio serviço”, disse.

Sobre a saída do comando do 7ºBPM para assumir o 12º BPM (Niterói), o coronel confessou ter recebido esta proposta há um mês, mas que na época optou por não aceitar a transferência devido ao trabalho que estava sendo realizado para atingir as metas em São Gonçalo.

“Era um batalhão com um histórico de casos negativos e de grande repercussão, e mesmo assim não tive medo de trabalhar da forma mais operacional possível. Por enquanto, permaneço aqui, mas não sei por quanto tempo”, encerrou.

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