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‘Bonde dos Coroas’ está na mira do ‘Big Brother’ da DRF

Quadrilha já estava sendo monitorada há 1 mês

relogio min de leitura | Redação 11 de abril de 2019 - 07:44
Graças às investigações da Delegacia de Roubos e Furtos, todos os integrantes do ‘Bonde dos Coroas’ foram presos em São Gonçalo
Graças às investigações da Delegacia de Roubos e Furtos, todos os integrantes do ‘Bonde dos Coroas’ foram presos em São Gonçalo -

Por Thuany Dossares

A prisão dos integrantes do ‘Bonde dos Coroas’, na terça-feira em São Gonçalo, pode ajudar a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) a esclarecer outros assaltos a bancos cometidos em outras agências do Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, a quadrilha especializada em roubos a agências bancárias, composta por Jorge João do Rosário, 63 anos, Marcos Natal Nogueira, 52, Adalberto Santana dos Santos, 42, Airton Faria Junior, 25, e Alexandre Rodrigues de Jesus, 51, já estava sendo monitorada pela DRF há mais de um mês.

Os cinco são suspeitos de estarem envolvidos em outros assaltos no estado. Apesar de o ‘Bonde dos Coroas’ ter sido descoberto há apenas três meses pela polícia, não está descartada a possibilidade de o grupo ter cometido crimes em série.

O roubo à agência da Caixa de São Gonçalo teria sido o primeiro na cidade, mas existem outros inquéritos sobre crimes semelhantes, ocorridos no município do Rio que podem ter participação de integrantes do grupo.

Os policiais irão analisar imagens de câmeras de monitoramento de agências da Caixa e de outros bancos assaltadas, para tentarem identificar integrantes do ‘Bonde dos Coroas’ nas ações Os policiais também vão ouvir vítimas e testemunhas para fazerem o reconhecimento formal dos presos.

“Estamos investigando grupos que roubam bancos desde que assumimos a DRF, há três meses, e esse grupo já estava sendo monitorado há mais de um mês. Até então, eles não haviam roubado nenhum outro banco em São Gonçalo. A gente espera agora que tenha uma redução dessa atividade com a prisão desse grupo. Mas seguimos investigando outras quadrilhas”, explicou o delegado Alexandre Herdy, titular da especializada.

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