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DH investiga as duas mortes ocorridas no bairro Vila Três

Crimes podem ter ligação

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 08 de março de 2019 - 08:22
A Divisão de Homicídios investiga as duas mortes ocorridas no bairro de Vila Três na sexta-deira de Carnaval e na última quarta-feira.
A Divisão de Homicídios investiga as duas mortes ocorridas no bairro de Vila Três na sexta-deira de Carnaval e na última quarta-feira. -

Por Renata Sena

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG) vão investigar se há ligação entre as mortes de Wallace Davi Pinto Souza, de 18 anos, - executado a tiros, por integrantes de um carro preto, na Rua Januário Barbosa, no Vila Três, na tarde da última quarta-feira-, e a de um homem, conhecido como Léo Pará, apontado como responsável pelo mototáxi da região, assassinado na última sexta-feira no mesmo bairro.

Segundo testemunhas, na tarde de quarta feira de cinzas, ocupantes de um veículo preto, efetuaram diversos disparos contra Wallace, que estava na rua. Ele morreu no local, e duas pessoas, incluindo uma adolescente de 15 anos, que estavam numa lanchonete próxima ao local do crime, acabaram baleados.

De acordo com testemunhas, os atiradores fugiram do local, sem serem identificados. Os baleados foram socorridos, por familiares, para o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, onde receberam atendimento.

Na noite de sexta-feira, Léo Pará estava em uma barbearia, na Rua Anestor Pinto Alves, no Vila Três, quando criminosos o executaram. “A informação inicial é que os bandidos chegaram a roubar alguns comércios do local e até celulares dos mototaxistas. Depois, eles seguiram para barbearia e pegaram a vítima. Léo Pará chegou a sair do estabelecimento, mas foi atingido pelos tiros em frente ao comércio”, contou um policial.

Léo Pará foi socorrido e encaminhado para o Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), no Colubandê, onde não resistiu aos ferimentos.

No último sábado, os comerciantes foram obrigados a fechar seus estabelecimentos em sinal de um luto forçado pela morte de Léo Pará, que também era parente direto de Grisalho, apontado como o chefe do tráfico naquela região.

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