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Menina baleada após seu pai entrar em comunidade por engano segue internada

O caso aconteceu no domingo, em Itaboraí

relogio min de leitura | Redação 05 de fevereiro de 2019 - 06:00
Ana Luiza foi levada para o Hospital Municipal Leal Júnior, em Itaboraí, e depois, transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em SG
Ana Luiza foi levada para o Hospital Municipal Leal Júnior, em Itaboraí, e depois, transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em SG -

Por Renata Sena e Daniela Scaffo

Uma criança, de somente 11 anos, identificada como Ana Luiza da Silva Pitanga, foi baleada na noite do último domingo, após seu pai entrar de carro, por engano, na comunidade do Rato Molhado, no bairro Ampliação, em Itaboraí. Ana Luiza foi levada para o Hospital Municipal Leal Júnior, em Itaboraí, e depois, transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, onde segue internada em estado estável.

Segundo informações de policiais, Ana Luiza estava acompanhada da mãe e do pai, no veículo, quando ele entrou na Rua Veni Conceição. Ainda conforme o relato passado à Polícia Civil, logo no acesso à comunidade, criminosos armados cercaram o carro e atiraram contra o veículo inúmeras vezes. Um dos disparos atravessou o porta-malas, o banco e atingiu a pré-adolescente pelas costas. O projétil saiu pela região da barriga da menina. 

Os pais da criança permaneceram na unidade e saúde ao longo da manhã, mas preferiram não falar com a imprensa.

O carro da família já foi periciado e policiais da 71ªDP (Itaboraí), que investigam o caso, realizaram diligências ao longo do dia para tentar identificar os autores dos disparos. Quem tiver informações que ajudem a Polícia a identificar e localizar os criminosos pode repassar ao Disque - Denúncia, através do telefone 2253-1177. O anonimato é garantido.

Outro caso - Em maio de 2016, um bebê morreu após ser atingido por um tiro na cabeça, no Mutuá, em São Gonçalo. Juan Rodrigues Morales Benites, de apenas um ano e dois meses, estava no banco traseiro do carro do pai, um Sandero vermelho, quando foi baleado por um disparo feito por traficantes da localidade.

A criança estava acompanhada dos pais e da avó paterna no momento do crime. Eles estavam indo buscar a irmã de Juan, de 14 anos, numa festa no mesmo bairro. Na Rua Coronel Rodrigo de Carvalho, o pai do menino percebeu que ocupantes de um veículo seguiam seu automóvel. Ao acessar a Rua Otávio Vilela, por volta das 22h30, ele ouviu um barulho de tiro.

O menino acabou atingido na cabeça e foi levado para o Hospital das Clínicas de São Gonçalo, no Centro, mas não resistiu ao ferimento. A perícia técnica indicou que o tiro perfurou o porta-malas do Sandero e atingiu a cabeça do bebê.

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