Corpo é encontrado carbonizado dentro de carro em Mutuapira

Há suspeita de ser o ex-motorista de ônibus Ledimar Daudt

Escrito por Redação 24/03/2018 11:42, atualizado em 24/03/2018 11:12
Após balear o motorista, os executores o colocaram no porta-malas do veículo e incendiaram carro
Após balear o motorista, os executores o colocaram no porta-malas do veículo e incendiaram carro . Foto: Divulgação

Morador do Morro do Pira, no Mutuapira, em São Gonçalo, o ex-motorista de ônibus Ledimar Daudt, de 43 anos, foi assassinado e teve seu corpo carbonizado, na noite de quinta-feira, no Mutuá.

De acordo com a polícia, Ledimar estava em casa, quando homens chegaram de carro e o chamaram no portão, por volta das 22h. Assim que ele saiu para atendê-los, os homens já atiraram contra ele e o colocaram na mala de um carro.

Uma hora depois, um veículo Corsa preto, com placa de Araruama, foi incendiado na Rua Coronel Rodrigo de Carvalho. No porta-malas do automóvel, estava uma pessoa carbonizada com as mãos e os pés amarrados. Policiais da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG) foram acionados para realizar perícia técnica. Segundo a apuração da especializada, diversos indícios apontam que o corpo encontrado seja do ex-motorista de ônibus.


“Já temos uma forte linha de investigação que irá esclarecer a motivação do crime, mas ainda não podemos divulgar para não atrapalhar o nosso trabalho que está avançado. Só precisamos confirmar algumas informações que já temos para elucidar o caso”, explicou o delegado Gabriel Poiava.


  O pai de Ledimar, um aposentado que preferiu não se identificar, falou que o filho iria sair com a esposa para um aniversário, mas desistiu de ir num último momento. “Ele não ia nem ficar em casa, ia sair com a esposa e a filha, mas de repente, de ultima hora não quis mais ir. Ledimar sempre foi um homem bom, honesto e trabalhador, falo isso porque o criei. Nunca usou drogas, mexeu com coisa errada, nada disso. Ele era muito conhecido ali onde morava. Ninguém nunca tinha mexido com ele ali, era muito querido fazia amizade fácil”, contou o pai.


Ledimar era casado e deixa duas filhas. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), em Tribobó.

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