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Familiares fazem protesto após 1 ano da morte de professora na entrada de escola em São Gonçalo

Caso aconteceu na porta do colégio da família

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 27 de janeiro de 2018 - 08:42
Impresso- Familiares fazem protesto após 1 ano da morte de Pedagoga em Marambaia.
Impresso- Familiares fazem protesto após 1 ano da morte de Pedagoga em Marambaia. -

Com cartazes com dizeres pedindo Justiça e mensagens de saudades, pétalas de rosas brancas e bolas brancas e pretas, familiares da pedagoga Rosemary de Souza Pinto cobravam respostas que pudessem esclarecer seu assassinato. Ontem, completou exatamente um ano que Rose, como era carinhosamente chamada, foi executada a tiros na porta do colégio da família, em Marambaia, São Gonçalo. E foi no mesmo local do crime, na Rua da Liberdade, que cerca de 15 parentes e amigos se reuniram.

“Isso aqui é um ato da família, que está no local onde estavam os sonhos da minha irmã e agora está a nossa dor”, desabafou a secretária Neuzimar de Souza Pinto. O crime foi cometido na manhã do dia 26 de janeiro do ano passado, por dois ocupantes de uma motocicleta, que chegaram à instituição de ensino perguntando pela vítima. Desde esse dia, os dias da família Souza Pinto têm sido repletos de sofrimento e angústia pela falta de respostas sobre quem pode ter cometido o crime. Com sete bolas pretas nas mãos, Neuzimar tentava demonstrar materialmente a dor dela e de seus irmãos.

“Éramos oito irmãos com a Rose, ela era a caçula. Essas sete bolas representam os corações dos irmãos que ficaram e eles estão assim, de luto. O que levou esses seres a praticarem um ato desses, a tirar uma vida? É o que, ganância? E a ganância vale uma vida? Não tem sentido. Agora temos uma família machucada, ferida, estamos todos sofrendo”, lamentou a secretária.

A Escola de Ensino Fundamental (Edef) também não resistiu à ausência de Rose, e após o fim do ano letivo de 2017 acabou fechando as portas. O crime está sendo investigado pela Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG). O delegado responsável pelo caso, Marcus Vinicius Amim, contou que por enquanto não pode revelar informações sobre a execução de Rose para não atrapalhar as investigações.

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