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Perseguição termina com 2 mortos e 3 baleados em São Gonçalo

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 25 de março de 2015 - 19:51

Por Celso Brito e Camilla Galeano

Dois homens morreram e outros três foram baleados, no fim da noite de segunda-feira, durante perseguição e troca de tiros entre policiais do 7ºBPM (São Gonçalo) e ocupantes de um Voyage prata. O tiroteio aconteceu na Rua Minas Gerais, em frente ao Ciep Pastor Valdemar Zarro, no bairro do Coroado, em São Gonçalo.

Os PMs faziam patrulhamento de rotina quando receberam informações de um grupo estava praticando assaltos em série na região. Os agentes iniciaram a perseguição aos criminosos, que foram localizados na Rua Minas Gerais. Percebendo que o carro seria interceptado, um dos bandidos, armado com um revólver Magnum 357, efetuou diversos disparos contra os policiais, que revidaram. Houve intensa troca de tiros.

Thiago foi socorrido pelos PMs e encaminhado ao Hospital Alberto Torres (Heat)
Thiago Araujo (Foto: Divulgação)

No confronto, Felipe Gomes da Silva, de 19 anos, foi baleado e morreu no local. Outros três acusados ficaram feridos e foram encaminhados para o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê. Franklin Júnior Freitas dos Santos, 20, não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade. Já Thiago Castro Silveira, 32, e Ygor da Silva, 18, permanecem internados. O estado de saúde deles é considerado estável. Todos seriam moradores do Morro da Chumbada, no Galo Branco.

Ferido na mão, um adolescente, de 17 anos, que ainda tentou fugir, também foi levado para o hospital, mas recebeu alta após ser medicado. Ele foi reconhecido por uma das vítimas que fazia registro de assalto nas 73ªDP (Neves). Os demais integrantes do bando foram reconhecidos através de fotografias. Com os acusados, os PMs encontraram, além do revólver Magnum 357, dois simulacros de pistolas e diversos aparelhos de celular, além de outros pertences de vítimas.

Medo - Moradores contaram que ficaram assustados com o barulho de tiros e procuraram se proteger.

“Foi assustador. Era muito tiro. A rua ainda estava cheia, porque alguns comércios permaneciam abertos”, disse um soldador, de 47 anos, que não quis se identificar.

Uma professora, de 31 anos, comentou que chegou a colocar as crianças embaixo da cama até os tiros cessarem.

“Primeiro, eu achei que fossem bombas, mas meu marido falou que era tiro e eu não tive dúvidas: coloquei as crianças embaixo da cama para protegê-las”, recordou.

25 500 2 Mortos e 3 Baleados no Coroado FA (6)
Menor foi levado para a 73ªDP (Neves) junto com as três armas (Foto: Filipe Aguiar)

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