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Confronto deixa um morto e um ferido em São Gonçalo

Troca de tiros aconteceu no Porto Velho

relogio min de leitura | Redação 23 de setembro de 2017 - 06:45
Dentro de veículo, que consta como roubado, os policiais encontraram uma réplica de fuzil.
Dentro de veículo, que consta como roubado, os policiais encontraram uma réplica de fuzil. -

Um homem morreu e outro foi baleado durante uma troca de tiros com policiais do 7º BPM (São Gonçalo), na manhã de ontem, no Porto Velho, em São Gonçalo. O confronto aconteceu, por volta das 9h, na via paralela à principal do bairro, Rua Dr. Alberto Torres.

De acordo com a polícia, três homens estavam estacionados com uma picape Ford Ranger roubada, com placa clonada, em atitude suspeita. No momento em que os PMs realizariam a abordagem, um dos suspeitos atirou contra os militares, que revidaram.

Na tentativa de fuga do tiroteio, o trio invadiu uma casa, na altura do número 2546, com o carro. Um deles fugiu pelo quintal da residência e o outro, sem identificação, morreu no local. Um terceiro, de 24 anos, foi baleado e socorrido para o Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), no Colubandê, em São Gonçalo.

No carro, foi encontrada uma réplica de fuzil Ak47. A polícia acredita que o homem que fugiu levou a arma utilizada no confronto. O carro constava como roubado, no último dia 9, na área da 75ª DP (Rio do Ouro). Familiares do baleado estiveram no local e informaram que, atualmente, ele morava em Cabo Frio e só estava a passeio em São Gonçalo. Ele ficou sob custódia no Heat. Seu estado de saúde é estável.

Susto – Moradora da casa atingida, a professora Fernanda Bispo, de 37 anos, contou que estava dormindo com as filhas, de 17 e 6 anos, no momento em que tudo aconteceu. “Eu tinha acabado de ir na cozinha e havia deitado de novo. Ouvi muitos tiros e, de repente, um barulho muito alto. Foi um susto, eu saí correndo e gritando, porque pensei que meu pai estava na sala. Mas, graças a Deus, ninguém ficou ferido”, relembrou a moradora.

Ao lado da casa atingida, funciona uma creche infantil, que estava com alunos. De acordo com uma funcionária, que não se identificou, as crianças só não se assustaram porque era hora da recreação de sexta-feira e a música estava alta.

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