Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,1414 | Euro R$ 6,0658
Search

Pintor é executado na frente da mulher e da filha em Vista Alegre

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 12 de março de 2017 - 09:00
Carlos foi morto a tiros
Carlos foi morto a tiros -

Por Marcela Freitas

O pintor Carlos Waldir Viana da Costa, de 28 anos, foi morto na noite de sexta-feira, no momento em que estava sentado, em frente ao portão de casa, na Rua Lúcio Pereira, em Vista Alegre, São Gonçalo, em companhia de sua esposa e filha de apenas dois anos.

De acordo com testemunhas, por volta das 21h, homens armados que estavam em um carro de cor branca, pararam em frente ao portão e pediram que a mulher e filha da vítima entrassem na residência. Carlos teria perguntado a eles o que estava acontecendo e, em seguida, os criminosos dispararam. Carlos ainda fez novamente a mesma pergunta e foi mais uma vez atingido. Após os disparos, os criminosos fugiram com destino ignorado. A vítima não resistiu e morreu no local.

Familiares de Carlos disseram que estão sem entender o que aconteceu, já que a vítima não tinha inimigos e nem vícios.

“Ele era um homem tranquilo, que não fumava e nem cerveja bebia. Ele estava com uma lesão no pé e, por esta razão, estava recebendo auxilio doença. Por conta disso, pouco saia de casa. Ele era um cara prestativo e ajudava a todos. Não tem ninguém em nosso bairro que não goste dele. Está difícil acreditar”, afirmou.

Um outro amigo da família disse acreditar que Carlos tenha sido confundido. “Não há razão para fazerem uma coisa dessas com eles. O Carlos era um homem correto e querido. Ninguém esperava um brutalidade dessas com nosso amigo”, disse.

A esposa da vítima está em estado de choque. Segundo parentes, a filha do casal pergunta a todo tempo sobre o pai. “A menina presenciou a chegada deles e ouviu os disparos. Ela fica perguntando o que aconteceu e repete a todo tempo a frase - ‘o papai pou’- se referindo ao barulho do tiro. Foi muita covardia”, disse um amigo, que preferiu o anonimato.

O Caso será investigado pela Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG). Quem puder auxiliar com as investigações, basta ligar para 2253-1177. O anonimato é garantido.

Matérias Relacionadas