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Crimes sofridos por dona de escola podem ter relação com sua morte

relogio min de leitura | Redação 04 de fevereiro de 2017 - 08:30
Rose foi morta em frente à escola da família, em Marambaia
Rose foi morta em frente à escola da família, em Marambaia -

Policiais da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo investigam se a sucessão de crimes sofrido pela pedagoga Rosemary de Souza Pinto, de 52 anos, podem ter relação com sua morte, no último dia 26 de janeiro.

De acordo com o delegado Fábio Barucke, diretor da DH, meses antes de ser assassinada a pedagoga teve sua casa invadida por criminosos e ainda sofre um sequestro relâmpago.

“O inquérito sobre o roubo de residência que estava na 74ªDP (Alcântara) já foi transferido para a DH. Conseguimos identificar um dos suspeitos desse crime que deverá ter a prisão pedida em breve. Acreditamos que a morte possa estar ligada a esses fatos anteriores. Só não podemos adiantar a muitas informações para não atrapalhar o rumos das investigações”, contou o delegado.

A pedagoga, carinhosamente chamada de Rose, foi assassinada na porta do colégio da família, em Marambaia, São Gonçalo, onde era coordenadora. O crime foi cometido por dois ocupantes de uma moto, por volta das 8h30.

Rose havia chegado há cerca de 30 minutos na Escola de Ensino Fundamental (Edef) e já estava saindo para ir num monte com uma amiga para fazer orações pelo ano letivo, que começa no próximo mês.

Enquanto aguardava a mulher no portão do colégio, conversando com duas funcionárias, dois homens chegaram numa moto perguntando pela dona da instituição de ensino. Rose respondeu que a dona não estava. mesmo assim, foi atingida por três disparos. El foi socorrida no próprio carro, um Fiesta prata, por um funcionário e pelo sobrinho. a pedagoga foi encaminhada para o Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), no Colubandê, mas não resistiu aos ferimentos.

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