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Polícia investiga mulher suspeita de aplicar golpe do falso filho e levar quase R$3 mil

Operação Impostor cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados à investigada em Belford Roxo

relogio min de leitura | Redação
Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCI) realizam a Operação Impostor
Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCI) realizam a Operação Impostor -

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCI) realizam, nesta terça-feira (22/09), a Operação Impostor para apurar as circunstâncias por trás do "golpe do falso familiar" praticado por uma mulher. A investigação começou depois que uma vítima recebeu mensagens de uma pessoa que se passou por seu filho, utilizando inclusive o nome e a fotografia dele no perfil do aplicativo de mensagens, e solicitou transferências bancárias de quase R$ 3 mil, que foram efetuadas pela vítima. As diligências ocorrem em endereços ligados à investigada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

O estelionato começou quando um número de telefone entrou em contato com a vítima e, utilizando a identidade do filho, pediu R$ 2.979,43 sob o pretexto de que precisava pagar algumas contas. A partir do registro do crime, os policiais analisaram as informações bancárias, dados vinculados à conta do aplicativo de mensagem utilizada na fraude, registros de conexão, endereços IP e linhas telefônicas para identificar os beneficiários do valor e reconstruir toda a infraestrutura telemática do golpe.


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O cruzamento dessas informações permitiu que os agentes descobrissem uma linha cadastrada e vinculada a um aparelho celular em nome da investigada. Com os elementos reunidos durante a apuração, a autoridade policial representou por medidas de busca e apreensão contra a mulher. As diligências desta terça-feira ocorrem em endereços em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e têm como objetivo localizar materiais que possam esclarecer a fraude e identificar novos elementos sobre a atuação delituosa.

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