‘Todas as soluções dependem da educação’

Pré-candidato a vereador pela Rede, José Luís Siqueira Gonçalves, conhecido como Zezinho, 45, pretende trabalhar pela desburocratização do sistema municipal, para assim, atrair mais empresas para São Gonçalo.
O SÃO GONÇALO - O que te motivou a lançar uma pré-candidatura?
JOSÉ LUÍS - Foi a necessidade e a vontade de fazer a política e a administração avançarem. Tentar melhorar um pouco o quadro de São Gonçalo, que está abandonado em todos os sentidos. Seja na educação, na saúde, na iluminação pública, no transporte, em tudo. Queremos somar aos bons para poder fazer a diferença no município.
OSG - Caso eleito, quais serão suas prioridades?
ZEZINHO - Por ser empresário a vida toda, pretendo fomentar o desenvolvimento econômico do município, trazendo renda e emprego. Entendo que todas as soluções dependem da educação, mas a longo prazo. Se investirmos em educação de forma efetiva e eficiente, todos os problemas, daqui a 15 anos, serão amenizados. Isso inclui a saúde, a segurança. Todos os problemas da cidade envolvem a educação. A princípio, também vamos lutar para diminuir o balcão de negócios da prefeitura. Hoje, para protocolar qualquer coisa é uma burocracia imensa.
OSG - Tem algum projeto em mente?
ZEZINHO - Sim. Um deles é esse de tentar desburocratizar o sistema. Outro é lutar por uma coleta seletiva, começando por lugares viáveis, como condomínios de médio e grande porte. Na educação, pretendemos combater a evasão escolar. Mas como faríamos isso? Com a atenção necessária ao estudante, que significa café da manhã e almoço de qualidade. Comprando bem, verificando a entrega e como está sendo servido aos estudantes. Além de buscar o horário integral. Se o aluno estuda de manhã, precisamos colocar atividades físicas à tarde. Como as características de família mudaram, a escola tem que acompanhar essa mudança sendo mais proativa. Otimizar o espaço e o tempo dentro dos colégios são as soluções.
OSG - Há possibilidade de desistir da pré-candidatura? Por quê?
ZEZINHO - Não, de jeito nenhum. Nunca tinha imaginado ser candidato. Há cinco meses, a gente decidiu entrar para esse caminho. Depois que pedimos o primeiro apoio, não tem mais jeito. Já envolvemos outras pessoas e agora não tem mais como voltar atrás. Vamos até o fim.