Polícia Ambiental apreende balões

O Comando de Polícia Ambiental (Cpam) divulgou, ontem, o balanço da Operação Balão, que resultou em cinco balões apreendidos no Rio, Niterói e São Gonçalo, o maior com 10 metros e três pessoas detidas. Os policiais também impediram o resgate de um balão que caiu na Rua Cristóvão Penha, na Piedade.
Os balões foram apreendidos em áreas do 9º BPM (Rocha Miranda) – um balão estrela; 12º BPM (Niterói) – balão com cinco metros, 18º BPM (Pechincha) – balão com seis metros; 40º BPM (Campo Grande) – balão com quatro metros; e do 7º BPM (São Gonçalo) – balão com 10 metros. Foram apreendidas duas bandeiras, a maior com 12 metros.
De acordo com a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), a pena para quem fabricar, vender, transportar ou soltar balões é de um a três anos ou multa de R$ 1 mil a R$ 10 mil, ou ambas as penas, conforme o caso.
A soltura de balões é uma das causas para os incêndios florestais, cujo risco aumenta no período de estiagem, que vai de maio a outubro. A legislação ambiental estabelece que provocar incêndio em florestas ou matas é um crime ambiental, que pode acarretar penas de prisão de dois a quatro anos.
Quem quiser denunciar a fabricação ou soltura de balões pode entrar em contato com a Linha Verde, parceria entre a Secretaria do Ambiente e o Disque Denúncia. O custo é de ligação local e o anonimato é garantido. O telefone é 2253-1177 e, no interior, 033 253 1177.