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Polícia procura acusados de integrar esquema finaceiro de 'pirâmide' em Niterói

Segundo investigações, O esquema fraudulento lesou pelo menos mil pessoas na região

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 23 de novembro de 2023 - 18:48
Anderson e Mabia estão entre os procurados
Anderson e Mabia estão entre os procurados -

O Disque Denúncia divulgou, nesta quinta-feira (23), um cartaz para ajudar O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e a Polícia Civil, por meio da 76ª DP (Niterói), e a Corregedoria e Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), a obter informações que levem às prisões de Anderson Almeida de Azevedo Júnior, de 31 anos, e Mabia Torres de Almeira, de 32.

Ele é Diretor de Novos Negócios da empresa Atomix,  e ela, Diretora de Marketing do empreendimento. Segundo as investigações realizadas pela polícia, eles fazem parte de uma organização criminosa voltada para a prática de estelionato através de supostos investimentos em renda variável por meio da promessa de lucros fixos mensais de até 16% do capital aplicado, popularmente conhecida como o 'golpe da pirâmide financeira'. A dupla é acusado de fazer parte de um grupo, que utilizando essa firma como 'fachada', lesou muitas pessoas na região de Niterói. 

Ao todo, o GAECO/MPRJ denunciou 15 pessoas pelos crimes de organização criminosa armada, estelionatos, crime contra a economia popular e lavagem de dinheiro. Os mandados, foram expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa. A pedido do GAECO/MPRJ, o Juízo também determinou sequestro de bens e o bloqueio de valores dos criminosos. Quatro dos seis mandados de prisão, foram cumpridos nesta quinta-feira (23), e entre os presos está André Felipe de Oliveira Silva, apontado pelo GAECO/MPRJ como líder da organização criminosa armada.

Segundo as investigações, a empresa Atomx — que depois virou Atrion Invest —, com sede em Niterói, prometia ganhos fixos mensais de 3% a 15%, a título de rendimento gerado a partir de “traders de criptomoedas”. Pelo menos mil pessoas foram lesadas. A firma investiu massivamente em marketing, inclusive patrocinando eventos.  Os responsáveis ostentavam muito luxo.


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As buscas pelos dois foragidos, continuam, e O Gaeco/MPRJ solicita que informações sobre a localização dos procurados seja repassada para o Disque Denúncia, nos seguintes canais de atendimento: 

Central de atendimento: (021) - 2253 1177 ou 0300-253-1177

WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)

Aplicativo: Disque Denúncia RJ

O anonimato é garantido.

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