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Familiares acreditam que subtenente foi executado

relogio min de leitura | Redação 07 de abril de 2015 - 19:05

Célia disse que o marido era um profissional exemplar

Foto: Sandro Nascimento

Familiares do subtenente Irineu Ferreira de Lima Filho, de 55 anos - morto, no último domingo, durante uma troca de tiros dentro do ônibus da linha 532 (Alcântara x Niterói), na altura da Avenida do Contorno, em Niterói - acreditam que ele possa ter sido vítima de execução.

“Ele vinha recebendo ameaças de um criminoso há algum tempo. E pelo que está parecendo, o suposto assaltante não chegou a roubar ninguém no ônibus e foi direto no Irineu”, comentou um parente.

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo trabalham com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) como motivação do crime. Segundo as investigações, o relógio do PM estava no bolso do criminoso, que ainda não foi identificado. No entanto, os policiais pretendem ouvir familiares de Irineu para apurar as ameaças que ele havia recebido.

O corpo do subtenente será sepultado hoje, às 9h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, no Rio.

“Ele estava há 32 anos na corporação e era um policial honesto. Entrou pobre e morreu pobre. Merece ser enterrado com honras militares”, disse emocionada a dona de casa Célia Amarantes de Lima, 52, viúva do militar.

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