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Advogado é acusado de deixar carta com alerta falso sobre bomba na OAB

Ele é acusado de apropriação indevida do dinheiro de um cliente

relogio min de leitura | Escrito por Renata Sena | 18 de fevereiro de 2023 - 09:52
Caso aconteceu na última quarta (15)
Caso aconteceu na última quarta (15) -

Advogado e morador de Niterói, José  Raimundo Rabêlo Muniz é acusado de ser o autor da carta, com informações sobre uma falsa bomba, deixada nos banheiros da sede da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio (OAB-RJ), no Centro do Rio, na quarta-feira (15). 

De acordo com agentes da 1°DP (Praça Mauá), o profissional estaria inconformado por ter recebido uma sanção disciplinar e ser proibido de exercer atividades advocatícias por seis meses. A medida foi tomada após a abertura de um processo disciplinar na Comissão de Ética e Disciplina da OAB. Raimundo é acusado de apropriação indevida do dinheiro de um cliente. 

A informação foi divulgada após agentes da Polícia Civil realizarem buscas na casa de José Raimundo, em Niterói. No local, diversos equipamentos eletrônicos foram apreendidos,  entre eles um computador e um celular. 

As imagens de câmeras de segurança do prédio da OAB foram analisadas pela polícia e um homem foi registrado entrando no banheiro com uma pasta nas mãos. O registro foi feito próximo ao horário que as cartas foram encontradas. 

A OAB informou em nota que recebeu "com tristeza a notícia de que o responsável pela ameaça de bomba é um advogado". O órgão também afirmou que medidas ético disciplinares serão tomadas e parabenizou a Polícia Civil pelo trabalho. 

Recordando

Na última quarta-feira (15) foram encontradas cartas nos banheiros do 7°andar do prédio, localizado na Avenida Marechal Câmara, 150, no Centro do Rio. Nas cartas, havia informações sobre bombas no prédio e citava sobre efeitos catastróficos com feridos e mortos. A informação causou pânico e suspensão de todo o trabalho na sede da OAB. No momento da descoberta, acontecia uma solenidade de entrega de carteira de advogados para aprovados no último concurso. 

Todos precisaram deixar o prédio e após buscas realizadas por agentes do Esquadrão Anti Bombas, foi comprovado que a informação das cartas era falsa e que nenhum artefato explosivo tinha sido deixado no prédio.

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