Família de jardineiro morto quer justiça
Família de jardineiro morto quer justiça
>> Paulo trabalhava em Itaipu
Além do trauma da perda, a família do jardineiro Paulo Henrique Duarte, de 37 anos, morto com um tiro nas costas na Ititioca, em Niterói, no final de sexta, ainda teve que passar por mais um sofrimento ontem para enterrar o corpo dele. Os familiares pretendem mover uma ação na Justiça para denunciar o crime e o descaso, desde o assassinato até a hora do enterro, quando o caixão, de acordo com parentes, foi colocado em um banco no Cemitério do Maruí, ao invés de ser levado para a capela. A família também acusa a PM de ter cometido o crime. “O primeiro absurdo foi o tiro pelas costas, que o matou. Depois, o tempo de espera para a retirada do corpo, que passou de 10 horas. Por fim, deixaram meu sobrinho em um banco largado, parecia que não tinha família A única coisa que a gente pede é Justiça”, desabafou uma tia do jardineiro.
O jardineiro trabalhava em um sítio em Itaipu e passava a semana na casa da mãe, na Ititioca. Ele morava atualmente com a esposa e os dois filhos, em Minas Gerais. (Dayse Alvarenga e Matheus Merlim)