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Polícia analisa material biológico encontrado em casa onde família ficou presa por 17 anos

Segundo a Polícia Civil, a substância pode indicar um corpo em decomposição

relogio min de leitura | Redação 01 de agosto de 2022 - 17:58
O Conselho Tutelar de Guaratiba garantiu que passou o caso às autoridades em março de 2020, assim que a primeira denúncia foi feita
O Conselho Tutelar de Guaratiba garantiu que passou o caso às autoridades em março de 2020, assim que a primeira denúncia foi feita -

O Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) analisa o material biológico humano encontrado na casa do homem que manteve a esposa e dois filhos em cárcere privado por 17 anos, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a Polícia Civil, a substância pode indicar um corpo em decomposição.

Dois cães farejadores do Corpo de Bombeiros encontraram o material na casa no último sábado. Os cachorros foram 'acionados' para checar se havia restos mortais de uma criança no imóvel. A denúncia foi feita por vizinhos.

O Conselho Tutelar de Guaratiba garantiu que passou o caso às autoridades em março de 2020, assim que a primeira denúncia foi feita. Apesar disso, a mulher e os filhos foram resgatados só na última semana. 

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio abriram investigações para identificar os responsáveis pela demora no resgate da família.

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