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Tenente coronel Aristheu Lopes assume o batalhão da Polícia Militar de SG

Esse será o primeiro desafio como comandante do oficial

relogio min de leitura | Escrito por Renata Sena | 31 de agosto de 2021 - 13:21
Esse será o primeiro desafio como comandante do oficial
Esse será o primeiro desafio como comandante do oficial -

Após mais de dois anos comandando o 7° BPM (São Gonçalo), o Tenente Coronel Gilmar Tramontini deixou o batalhão nesta terça-feira (31), sendo substituído pelo também Tenente Coronel Aristheu de Góes Lopes.

Apesar de ainda não ter sido divulgado a nova unidade onde o Tramontini irá atuar, ele deixa São Gonçalo com sentimento de dever cumprido.

"Espero não ter decepcionado. Comandar é um ciclo do nascer ao pôr do sol. O meu pôr do sol é hoje. Aqui eu tive a honra e o privilégio de caminhar com leões da mais alta estirpe", e finalizou fazendo uma citação e se referindo, mais uma vez, ao batalhão como uma unidade de policiais de caçadores.

Já o Tenente Coronel Aristheu, de 52 anos, que atuava até poucos dias como subcomandante do 12° BPM (Niterói), assumiu o sétimo batalhão como seu primeiro desafio em comandar uma unidade, embora tenha assumido como subcomandante pela primeira vez em 2014, e tenha sido aspirante do batalhão do município.

"Quis o destino que fosse assim. Primeira unidade que eu fosse comandar fosse a mesma que eu vim trabalhar como aspirante. É uma realização e temos muito trabalho a ser feito. É continuar com o mesmo trabalho do Tramontini. Ele trouxe excelentes resultados. Pretendemos dar continuidade ao trabalho e também o nosso toque pessoal para incrementar. Dar uma atenção à população de São Gonçalo e interagir com todos os órgãos, que essa parceria é fundamental. A prefeitura já se colocou à disposição da PM . A cônica do meu trabalho é integração, para que São Gonçalo possa se desenvolver e se tornar um lugar melhor para se morar".

Assim como Tramontini, Aristheu também tem formação no curso de Polícia Especial, o Bope.

Esse será o primeiro desafio como comandante do oficial
Esse será o primeiro desafio como comandante do oficial |  Foto: Kiko Charret
 

"A gente sabe que o trabalho é difícil, mas estamos dispostos a dar nossa lágrima, nosso suor e até nosso sangue se for preciso. Entendemos que a gente chega num lugar e temos que deixar melhor do que encontramos. Conheço a tropa, fui aspirante e depois voltei como tenente. Conheço a cidade e sou PM 24 horas por dia".

Quando questionado sobre os problemas da cidade, o Coronel demonstrou que já trouxe planos para atuar no município.

"Nosso desafio é manter o número de sistema integrado de metas em números aceitáveis. Que a gente possa atingir e bater as metas, pois isso vai refletir em segurança para a população. Temos planejamento traçados para combater roubos e vamos manter parceria com a prefeitura para garantir à população o direito de ir e vir para retirada de barricadas. Vamos atuar em cima disso, junto com a prefeitura", concluiu.

A troca de comando aconteceu às 10h30, no 7° Batalhão, e foi acompanhada pelo prefeito da cidade, Capitão Nelson, por vereadores, por outros comandante e delegados da cidade, além do deputado Coronel Salema, que também já foi comandante da unidade de São Gonçalo.

Comandante do 4° CPA, Silvio Guerra, elogiou o trabalho de Tramontini e se emocionou ao falar de Aristheu.

"Tramontini, saia sabendo que você cumpriu sua missão. Parabéns pelos seus números alcançados, pela história. Quanto ao Aristheu, eu me emociono, pois ele guerreou lado a lado comigo. Eu não conheço um caveira que receba uma missão simples. E eu estou muito feliz em ter a honra de passar o primeiro comando para meu irmão Aristheu. Ele tem capacidade para assumir qualquer batalhão do Rio de Janeiro e a missão não foi dada por acaso. Conte sempre comigo".

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