Portal dos Procurados pede por informações sobre envolvido na morte de PM
Ele teria envolvimento com uma milícia que age na Zona Norte

O Portal dos Procurados divulga nesta quarta-feira (18), um cartaz para ajudar nas investigações do Núcleo de Investigação de Morte de Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital – DHC – para que possa obter informações que levem à prisão do foragido da Justiça, Allan Romariz Baptista, o Allanzinho, de 31 anos. Ele foi autor dos disparos que mataram o Cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Fábio Souza Cantão.
Lotado no 22º BPM – Maré – ele foi assassinado na madrugada do dia 28 de novembro de 2020, ao tentar separar uma briga que ocorria, em frente a uma casa noturna localizada na Estrada Padre Roser, na Vila da Penha, Zona Norte do Rio.
Investigações da DH, apontam que Allanzinho teria envolvimento com uma milícia que age na Zona Norte do Rio. Ele também é investigado pela DHC em um inquérito policial, pelo crime de Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), inc. II e IV E Destruição, Subração Ou Ocultação de Cadáver (Art. 211 - Cp) N/F Concurso de Pessoas (Arts. 29 a 31 - Cp) E Crimes previstos na Lei da Organização Criminosa, ART. 2º, § 2º E 4º, INC. IV N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp), onde ainda constam os traficantes Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, chefe do tráfico da Cidade Alta e Moises Severino da Silva, o Dino da Cidade Alta, entre outros denunciados.
Pela morte do CB/PM Fábio Cantão, constam em desfavor de Allan Baptista, um mandado de prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), inciso II e III. Agentes da DHC fizeram diligências em vários endereços com a finalidade de cumprir o mandado de prisão, sendo considerado até o momento um foragido da Justiça.
O Disque Denúncia recebe informações sobre a localização do criminoso Allanzinho, nos seguintes canais de atendimento:
Zap do Portal dos Procurados: (21) 98849-6099
(21) 2253 1177 ou 0300-253-1177
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A DHC através do Núcleo de Investigação de Morte de Policiais, está encarregada do caso, que já foi relatado à Justiça.