Milicianos são alvos de nova operação da Polícia Civil

Ação acontece em diversas áreas da Região Metropolitana

Escrito por Redação 03/08/2021 16:58, atualizado em 03/08/2021 17:44
Até o momento, dez pessoas foram presas
Até o momento, dez pessoas foram presas . Foto: Divulgação

A equipe da Força-Tarefa da Polícia Civil de combate às milícias realiza, nesta terça-feira (03/08), uma operação para prender criminosos que atuam em diversas áreas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Até o momento, dez pessoas foram presas, depósitos de gás e estabelecimentos comerciais clandestinos foram fechados.

Agentes de delegacias do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO) participam da ação, que tem apoio de informações do Disque-Denúncia e tem como objetivo prender milicianos e asfixiar fontes de renda e interromper comércios e serviços ilegais, que geram grande lucro e são explorados pela organização criminosa.

Durante as diligências, os agentes da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME) desarticularam dois depósitos de gás clandestinos explorados pelo miliciano Danilo Dias Lima, o "Tandera", e provedores ilegais de internet explorados pelos bandidos. Equipes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) estouraram estabelecimentos comerciais que comercializam produtos piratas e TVs Box. Em outra ação, os agentes da Delegacia do Consumidor (DECON) e da Delegacia Fazendária (DELFAZ) interditaram pontos de comércio ilegais, sendo um que comercializava GNV.

A ação visa investigar e reprimir a exploração de atividades ilegais controladas pela milícia; cobranças irregulares de taxas de segurança e de moradia; instalações de centrais clandestinas de TV a cabo e de internet (gatonet/gatointernet); armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água; empresas de GNV ilegais; parcelamento irregular de solo urbano; exploração e construções irregulares, areais e outros crimes ambientais; comercialização de produtos falsificados; contrabando; descaminho; transporte alternativo irregular; estabelecimentos comerciais explorados pela milícia e utilizados para lavagem de dinheiro, entre outras ilegalidades.

A operação é resultado de trabalho de inteligência e de investigações da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA); Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA); Divisão de Capturas da Polícia Interestadual (DC-Polinter); Delegacia de Roubos e Furtos (DRF); Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC); Delegacia de Combate às Drogas (DCOD); DDSD; DRCPIM; DECON; DESARME; DELFAZ; e da DRACO, unidades do DGPE.

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