DH fecha cerco e diz estar mais perto de elucidação de morte de bicheiro

Prisão de PM, segundo polícia, abre caminho para localização de outros participantes e o mandante do crime

Escrito por Redação 13/01/2021 20:44, atualizado em 13/01/2021 21:40
. Foto: Divulgação


A polícia está fechando o cerco ao grupo acusado de executar, com tiros de fuzil, o contraventor Fernando Iggnácio de Miranda, em novembro do ano passado. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a prisão do cabo da PM, Rodrigo Silva, um dos apontados como participante do plano para eliminar Iggnácio, deverá acrescentar mais elementos, não apenas para a prisão dos outros três acusados, como apontar as motivações e o mandante do crime. 

 

Na tarde desta quarta-feira (13), os delegados Roberto Cardoso, diretor do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa, e Moysés Santana Gomes, titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), falaram, em coletiva, sobre o caso. 


De acordo com Roberto Cardoso, a prisão do cabo da PM, Rodrigo Silva das Neves, um dos suspeitos de participar do crime, foi um passo importante para a investigação. "Agora nós temos certeza de que vamos conseguir avançar positivamente para conseguir elucidar esse crime e a sua motivação. Estamos nesse caso desde o dia do assassinato. É mais um tijolo colocado na construção", afirmou.


Rodrigo foi um dos que passou à condição de foragido, após a identificação dos participantes da execução, através de circuito de câmeras, e da apreensão dos quatro fuzis utilizados pelos matadores. Rodrigo Silva foi localizado em Ilhéus, na Bahia. Permanecem foragidos o PM de São Paulo, Otto Samuel D'Onofre Andrade Silva Cordeiro, conhecido como Otto; o ex-PM do Rio Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, o "Pedrinho", de 29 anos, que é irmão de Otto, e Ygor Rodrigues Santos da Cruz, o "Farofa", de 25 anos. 

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