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Rio: secretário diz que nova onda de Covid-19 pode estar perto do fim

Último óbito pela doença foi registrado em 24 de novembro Último óbito pela doença foi registrado em 24 de novembro Último óbito pela doença foi registrado em 24 de novembro Último óbito pela doença foi registrado em 24 de novembro

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 01 de dezembro de 2022 - 11:46
País tem 635.189 mortos por Covid-19
País tem 635.189 mortos por Covid-19 -

A mais recente onda de casos de covid-19 provavelmente está chegando ao fim na cidade do Rio de Janeiro, na avaliação do secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. O último óbito pela doença registrado pela prefeitura foi no dia 24 de novembro. Depois de alcançar um pico de 4.166 novos casos no dia 19 de novembro, considerando a média móvel de sete dias, os registros caíram para 945 no dia 29, quatro vezes menos.

A maior quantidade de casos graves - 37 - foi notificada no dia 15. Desde então, os registros vêm caindo. Apenas um quadro de maior gravidade foi registrado na terça-feira (29), data dos últimos dados lançados no painel municipal. A taxa de positividade dos testes também caiu de 30% para 25% de duas semanas para cá.

“A curva de casos de Covid-19 na cidade do Rio de Janeiro apresentou um aumento durante quatro semanas sustentadas e a gente pode falar que essa foi a terceira onda da doença no ano de 2022. Felizmente, nas últimas duas semanas, a gente vê o número de casos voltando a cair e, principalmente, o número de internações. O que mostra que, muito provavelmente, estamos saindo da terceira onda, que foi bastante curta e bem menor do que as demais, mas que merece atenção”, afirmou Soranz.

Nesta quarta-feira (30), 152 pessoas estavam internadas nos hospitais públicos do município, número que passou de 200, na semana passada, e que vem caindo a cada dia. As internações em unidades de terapia intensiva (UTIs) são cerca de 60. Em comparação, no pico da onda de 2021, em maio, a capital fluminense chegou a ter mais de 760 pacientes internados em leitos de UTI. O recorde deste ano foi registrado em janeiro (363).

O secretário alertou que pacientes internados foram aqueles que não terminaram seu esquema vacinal. De acordo com ele, 1,2 milhão de pessoas estão aptas a tomar as doses de reforço, mas ainda não procuraram os postos de saúde.

Vacinação

Soranz disse ainda que se reuniu, nesta quarta-feira (30), em Brasília, com representantes do Ministério da Saúde e do Gabinete de Transição e pediu que uma nova remessa da vacina Pfizer Baby seja comprada logo, para concluir a vacinação das crianças até 4 anos. Como a cidade do Rio de Janeiro recebeu menos de 10 mil doses do imunizante formulado exclusivamente para a faixa etária, foi priorizada a aplicação nas crianças com comorbidades.

De acordo com os dados mais atuais do Painel Covid-19 da Prefeitura, 76,2% dos adultos da capital já receberam a primeira dose de reforço, mas apenas 37,5% foram imunizados com as quatro doses ofertadas até o momento para a população adulta em geral. Já entre as crianças, 85% das que têm entre 6 meses e 4 anos de idade não receberam nenhuma dose e só 63% das que estão na faixa etária dos 5 aos 11 anos foram totalmente imunizados.

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