Esgoto invade quintal de idosa após reparo na rede

Mesmo com limpeza, idosa tem dificuldade de andar no quintal
Foto: Luiz NicolellaPor Elena Wesley
Após publicação do jornal O SÃO GONÇALO no dia 30 de setembro sobre o esgoto que invadiu a casa da aposentada Marline Chagas de Araújo, de 78 anos, uma equipe da Cedae esteve na Avenida José Mendonça de Campos, no Colubandê. O problema, no entanto, persiste, assim como o risco à saúde e a dificuldade de locomoção dos residentes.
Segundo a aposentada, os agentes da companhia estadual verificaram somente a tubulação na rua, sem conferir os prejuízos que o vazamento estava acarretando no quintal, que vira uma piscina a cada chuva. “Faz seis ou sete anos que o vazamento ocorre, porém o problema aumentou depois que eles trocaram a tubulação. Ela não parece ser suficiente para a quantidade de residências e estabelecimentos da região, já que outros vizinhos também reclamam do mesmo problema”, afirmou a aposentada.
Como se não bastasse o mau cheiro que predomina sobre a casa, tarefas básicas do dia-a-dia também se tornaram um desafio. “Nesta semana, eu quase caí porque acumula limo. A água está cada vez mais escura e frequentemente vem com pedaços de detritos”, lamentou Marline, que paga uma média de R$130, mensalmente, na conta de água e esgoto.
A assessoria da Cedae garantiu que uma equipe será encaminhada ao local para avaliar o vazamento na residência. “Se o problema for na rede da Cedae, o reparo será realizado”, pontua o trecho da nota.