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Vazamentos em três bairros deixam moradores sem água

relogio min de leitura | Redação 16 de setembro de 2015 - 22:28

Na Rua Waldemar Figueiredo, vazamento já dura um mês

Foto: Alex Ramos

Por Marcela Freitas

O desperdício de água tem se tornado problema crônico em São Gonçalo. Ontem, três moradores fizeram reclamações de vazamentos no Coelho, Almerinda e Tribobó. E o pior é que, segundo eles, enquanto a água é jogada fora, eles estão sem abastecimento.

Na Rua Cândido Reis, no Coelho, comerciantes tiveram o fornecimento de água interrompido após parte da tubulação de água romper.
Por conta da força da água, parte da camada asfáltica desprendeu. “Chegamos cedo para trabalhar e vimos esse desperdício. O pior é que ainda interromperam o fornecimento”, reclamou o comerciante Marcio Cardoso, 42.

No Almerinda, moradores da Rua Waldemar Figueiredo reclamam de vazamento que começou há um mês. “Já ficamos alguns dias sem água porque não tem força para subir. Enquanto isso, a água jorra pela rua”, contou o pintor Vagner Fernandes, 40. “Isso dificulta até nossa passagem, já que o vazamento destrói as ruas”, explicou o administrador Getúlio Brito, 53.

Outro ponto é na Rua Hermínio Antônio da Silva, em Tribobó. No local, o líquido desce em toda extensão do morro há três semanas. “A água desce e não sobe para as nossas casas. É um absurdo um problema desses acontecendo há tanto tempo e ninguém faz nada”, queixou-se o balconista Marlon Silva, 26.

A dona de casa Rita de Cássia Belarmino, 32, também está insatisfeita. “A gente paga água e eles não consertam o problema que fica em frente ao nosso portão”, confessou Rita.

Em nota, a assessoria de imprensa da Cedae informou que os vazamentos nas ruas Hermínio Antonio da Silva e Cândido Reis seriam consertados ontem. Quanto ao vazamento na Rua Waldemar Figueiredo, a informação é de que enviariam técnicos, mas sem precisar a data.

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