Praça é de novo do povo em São Gonçalo
Espaço, no Zé Garoto, estava fechado desde julho, quando árvore caiu sobre frequentadores

Com novas árvores, a Praça Zé Garoto vai estar aberta ao público entre 8h e 22h, diariamente
Foto: DivulgaçãoA Praça Zé Garoto, no centro de São Gonçalo, está reaberta ao público. Uma das principais áreas de lazer da região, manterá o mesmo horário de funcionamento, das 8 às 22 horas, diariamente. Segundo a subsecretaria municipal de Parques e Jardins, continuam a ser feitos pequenos trabalhos de manutenção, como conserto e pintura da grade.
A reabertura da praça foi elogiada pelo engenheiro Rubens Cipriano, de 28 anos, que passeava com o filho de três anos no local, na manhã de ontem. “A praça está muito bacana. A arborização é muito importante para termos oxigênio”, contou o engenheiro.
No próximo dia 8, alunos dos colégios Cenecista Orlando Rangel e Estadual Nilo Peçanha, ao lado da praça, plantarão mudas no lugar de duas árvores que foram retiradas por estarem com a estrutura comprometida.
A Secretaria de Meio Ambiente disponibilizou placas para serem colocadas no lugar das árvores retiradas, explicando aos frequentadores da praça o trabalho de poda e supressão de árvores feito no local. Nove delas tiveram galhos podados.
A praça estava fechada desde 21 de julho, quando uma árvore, do tipo flamboyant, caiu e feriu duas pessoas, uma vendedora ambulante e um guarda municipal, durante uma ventania. Nesse período, a Secretaria de Meio Ambiente fez um trabalho de conscientização ambiental com estudantes das duas escolas ao lado e os comerciantes do entorno.
Batismo - O nome oficial do local é Praça Esthefania de Carvalho e ficou conhecida como Zé Garoto, por estar localizada no bairro de mesmo nome. A denominação do bairro é devido à existência de um filho de imigrantes português, chamado José Alves de Azevedo e ficou popularmente conhecido como Zé Garoto. Tornou-se comerciante e possuía um armazém, a mais conceituada fábrica de groselhas da época e um alambique onde hoje se encontra o prédio do antigo Forum. Suas terras englobavam a área em que hoje se localizam a Escola Estadual Nilo Peçanha e a praça, que foi doada pelo comerciante ao município.