Menina acorrentada volta para ser cuidada pela mãe
Um mês após O SÃO GONÇALO publicar com exclusividade a história de uma adolescente de 17 anos, que vivia acorrentada pela mãe, por ter problemas neurológicos, seu destino mudou. Os pés acorrentados, higiene precária e a vida privada de direitos, deram lugar a uma liberdade assistida por médicos, neurologistas e terapeutas.
Logo após o caso se tornar público, a menina foi levada a um abrigo municipal, mas em acordo com o Ministério Público (MP), ficou acertado que a mãe cuidaria da menina sob a supervisão do poder público.
“A menina está assistida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e já agendou tratamento de saúde com transporte para levar e buscar. Descobriu-se também que a mãe recebe benefício da menina. O caso está sendo acompanhado. O MP deu uma chance para a mãe ficar com a filha, já que alegou não ter tido apoio dos órgãos públicos anteriormente”, contou o conselheiro tutelar Hélio Camilo.
