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Detro aperta o cerco às vans

Operação desencadeada por órgão estadual termina com 13 veículos apreendidos em S. Gonçalo

relogio min de leitura | Redação 16 de maio de 2015 - 23:06

Conforme ordem judicial, veículos recolhidos foram oficiados ao Detran para desemplacamento e serão encaminhados a leilão

Foto: Filipe Aguiar

Agentes do Departamento de Transportes Rodoviário (Detro) apreenderam, ontem, 13 vans que realizavam transporte irregular de passageiros em São Gonçalo. A operação teve início durante a madrugada e se estendeu ao longo do dia.

A ação foi desencadeada em cumprimento à decisão da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que determinou que a Prefeitura de São Gonçalo cassasse todas as licenças ou autorizações concedidas para motoristas de vans e kombis que exploram o transporte alternativo na cidade. Com apoio de PMs, a operação aconteceu de forma simultânea em diversos pontos do município.

Conforme ordem judicial, os veículos recolhidos foram recolhidos para o pátio do Detran e seus proprietários oficiados sobre o desemplacamento e leilão. A determinação não permite que os veículos sejam recuperados pelos antigos proprietários.

O Detro informou que recebeu nesta semana a comunicação do Tribunal de Justiça determinando realização de combate ao transporte irregular de passageiros por vans em São Gonçalo.

De acordo com o major Neto, que comandava a ação, todas os veículos apreendidos foram recolhidos ao depósito público.

“A operação foi tranquila. Os motoristas que insistiram em circular tinham ciência da decisão. Estamos cumprindo uma determinação judicial exercendo a fiscalização”, esclareceu.

Judiciário proibiu a circulação das vans

As vans foram proibidas de circular no último dia 6, quando a maioria dos desembargadores acolheu pedido feito pelo Consórcio São Gonçalo de Transportes, representado pelo advogado Bruno Navega, através de mandado de segurança, que pedia a nulidade do decreto do prefeito, de 2014, que liberava a circulação de vans no município. Em caso de descumprimento da decisão judicial, o prefeito terá que pagar multa diária pessoal de R$ 1 mil.

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