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Trabalho mais ágil em São Gonçalo

Bombeiros reduzem em mais de 50% o tempo de atendimento em novo batalhão

relogio min de leitura | Redação 12 de dezembro de 2015 - 18:42

De acordo com o comandante da unidade, a pronta resposta para um chamado reduziu de 40 para até 15 minutos atualmente

Foto: Alex Ramos

Inaugurado há apenas sete meses, o novo Batalhão do Corpo de Bombeiros de São Gonçalo, no Colubandê, já garantiu à população um atendimento mais ágil. Até o dia 17 de novembro, foram contabilizados 1.087 socorros. Se antes o socorro na RJ-104 demorava cerca de 40 minutos, até que os agentes se descolassem do São Miguel para a rodovia, atualmente, a pronta resposta varia de 10 a 15 minutos.

O quartel fica em um terreno da Ceasa-RJ, cedido por comodato pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap). Com um investimento de R$ 4,2 milhões, em obras do espaço e compra de viaturas e equipamentos, a unidade foi viabilizada com recursos do pagamento da taxa de incêndio.

De acordo com o comandante da unidade, major Marcos Mendes, diariamente 12 bombeiros trabalham no local e contam com apoio de cinco veículos, entre eles auto-socorro, plataforma mecânica e auto-reboque.
“A localização desta unidade facilitou muito no socorro. A pronta resposta a um chamado é crucial para salvarmos vidas. Um minuto para que está em uma situação de risco é decisiva. Quanto mais rápida a resposta, maiores serão as chances das vítimas”, disse.

Ainda segundo o major, que comanda a unidade há um mês, ele está buscando parcerias com órgãos públicos e a sociedade civil para que se possa trabalhar a prevenção.
“Temos que trabalhar juntos para reduzir os índices de acidentes. Só com prevenção em ações em conjuntos conseguiríamos isso”, afirmou.

Trotes - Apesar da melhora no atendimento e da resposta mais rápida, os agentes ainda esbarram em um problema que dificulta muito o trabalho da corporação: os trotes. De acordo com o comandante do 3º Destacamento, por dia são cerca de 80 trotes telefônicos.

“Recebemos aqui diversos tipos de trotes. São crianças, pessoas com problemas psicológicos, estudantes e cantadas. Na hora de saída escolar, esse número aumenta muito. Acabamos atendendo uma situação que não existe e quem realmente precisa pode estar em risco. É preciso que as pessoas tenham consciência deste ato”, explicou o major Marcos.

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