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Quando o grafite vai parar na sala de aula

relogio min de leitura | Redação 13 de maio de 2015 - 11:55

>> O muro externo do colégio foi transformado em pura arte

Foto: Alex Ramos

Por José Messias Xavier e Bianca Caldas

O Colégio Santa Teresinha, um dos mais antigos de São Gonçalo, respirou arte ontem. Junto com a empresa Cata Tempo, a instituição de ensino levou para seus alunos o “Projeto Graffiti CST”, que busca a valorização da arte, cultura e cotidiano da cidade. O projeto, que continuará ao longo do ano com diversas atividades ligadas à Street Art, surgiu da necessidade de pintar o muro do colégio e se tornou uma oportunidade para quebrar preconceitos.

“É uma forma dos alunos se aproximarem mais (da arte de rua), da escola se renovar e de dar valor à sua própria cidade”, afirmou a executiva de criação do projeto, Hannah Sloboda.

Os artistas grafiteiros Eduardo Tex e Aila Souza, que juntos têm mais de 20 anos de carreira, ministraram um workshop para os seis alunos selecionados através de um concurso interno de desenhos sobre a cidade de São Gonçalo. “A arte de rua é para todo mundo”, disse Eduardo Tex.

Durante o workshop, os alunos conheceram um pouco da história do grafite, dos artistas da cidade e tiveram seu primeiro contato com o spray. Além da aula, os artistas também transformaram o muro externo do colégio em uma grande pintura.

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