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Vans circulam sem logotipo

TJ envia notificação à Prefeitura de São Gonçalo, mas lotadas voltam às ruas, descaracterizadas

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 13 de maio de 2015 - 11:36

>> Van descaracterizada pega passageiros no ponto do Clube Tamoio para escapar da fiscalização

Foto: Foto do leitor

A falta de fiscalização tem feito com que as vans voltem a circular em São Gonçalo, desta vez descaracterizadas, mesmo com decisão da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que determinou que o prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim, cassasse há uma semana, todas as licenças ou autorizações concedidas para motoristas de vans e kombis que exploram o transporte alternativo na cidade. O prazo estipulado pelo Tribunal de Justiça para cumprimento da decisão era de 48h, após a notificação.

A 12ª Câmara Cível informou que já encaminhou notificação com a decisão à Prefeitura, por correspondência registrada, e aguarda a comunicação de recebimento do ofício, para começar a contar o prazo.

A Prefeitura de São Gonçalo afirma que irá recorrer da decisão por entender que “houve intervenção institucional”.

No final da manhã de ontem, uma equipe de O SÃO GONÇALO flagrou quatro vans circulando na cidade. Três delas na Estrada Raul Veiga, onde faziam o itinerário Santa Izabel x Alcântara e uma na Rua Manoel João Gonçalves.

Também durante a tarde vans pegavam passageiros em frente à Loja Marisa, na Rua Doutor Alfredo Backer. O itinerário desta vez era para o Shopping São Gonçalo, no Boa Vista. Do outro lado da via, três homens com rádios controlavam a partidas das vans. No ponto do Clube Tamoio, na Brasilândia, ocorria a mesma prática do transporte alternativo.

Entretanto, todas as vans estavam descaracterizadas e não traziam o logotipo usado até a última semana. A alternativa pode ter sido usada para escapar da repressão.

As vans foram proibidas de circular no último dia 6, quando por maioria, desembargadores da 12ª Câmara Cível acolheu solicitação feita pelo Consórcio São Gonçalo de Transportes, representado pelo advogado Bruno Navega, através de mandado de segurança, que pedia a nulidade do decreto do prefeito, de 2014, que liberava a circulação de vans no município.

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