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Professores contribuem com o Referencial Curricular Municipal de Rio das Ostras

Desde fevereiro de 2019, os professores da Rede Municipal têm se reunido para discutir as propostas da Base Nacional Comum Curricular

relogio min de leitura | Redação 29 de setembro de 2019 - 10:06
Semed de Rio das Ostras
Semed de Rio das Ostras -

Até 31 de outubro, os docentes da Rede Municipal poderão acessar a plataforma do Sistema Integrado de Formação e Acompanhamento Pedagógico (Sifap) e contribuir na construção do novo Referencial Curricular de Rio das Ostras (Recro). O documento final, fruto da contribuição de professores e coordenadores de várias áreas do conhecimento, será o norteador para as práticas docentes, projetos e programas da rede municipal.

“É de grande importância garantir o posicionamento do professor e a construção coletiva, o que dará uma identidade local ao Referencial Curricular“, enfatizou o coordenador Thiago Jandre Garcia

Desde fevereiro de 2019, os professores da Rede Municipal têm se reunido para discutir as propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, a partir da mesma, construir o novo Recro.

Os encontros, divididos por diferentes disciplinas e segmentos, trazem discussões significativas e enriquecedoras, possibilitando uma construção curricular participativa e democrática, como afirma a subsecretária pedagógica da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer, Valéria Bragança.

“Ressaltamos que o trabalho colaborativo entre coordenadores e unidades escolares, por intermédio de seus professores, é o princípio central de todo esse processo. O documento deverá responder às diferentes opiniões e realidades das escolas, sendo o condutor de propostas pedagógicas em sala de aula nos próximos anos, além de promover mais qualidade e equidade na aprendizagem dos estudantes”, afirmou.

Ainda segundo Valéria, para garantir a reflexão, discussão e participação de todos os educadores da Rede Municipal, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer disponibilizou desde julho uma ferramenta digital para proposições individuais, por meio do Sifap. Os encontros presenciais seguem até o final do mês de outubro, quando os textos começam a ser finalizados.

PARTICIPAÇÃO – Para a professora de Matemática Daniele Tinoco, que participou ativamente da construção do documento, todas as reuniões, até o momento, foram muito relevantes. “Debatemos temas do nosso dia a dia. Se estou inserida nesse contexto de sala de aula, preciso participar. Não adianta reclamar depois. A construção é participativa”, destacou.

A professora Alba Furtado, que também leciona Matemática, concorda com a colega nessa questão. “O momento é para discutir e propor o melhor para nossos alunos”, declarou.

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