Acervo do Museu do Surf conta com mais de 820 peças sobre o esporte

Com um acervo digno de museus de grandes capitais, o Museu do Surf de Cabo Frio foi reinaugurado na noite de sábado. A reabertura das portas do espaço contou com a presença da vice-prefeita, Rute Schuindt, de vereadores e de secretários da atual gestão. A população também prestigiou o evento, que lotou a Praça da Cidadania, em frente ao Teatro Municipal.
“É uma vitória retornarmos a este espaço, de onde nunca deveríamos ter saído. É importante termos atrações que envolvam cultura, esporte e turismo, que vão impulsionar a economia da nossa cidade”, afirmou Marquinho. O “Museu do Surf” de Cabo Frio, que é o maior do gênero das Américas Latina e Central e o terceiro maior do mundo, abriga relíquias que contam a história do surf mundial e também de grandes nomes da modalidade. O museu conta com 823 pranchas de surf, body board e long board, além filmes, documentos, miniaturas, revistas, quadros e troféus que contam a história de um dos esportes mais praticados no Brasil e no mundo.
“É uma felicidade muito grande retornar ao espaço. Essas peças não poderiam ficar guardadas e agora Cabo Frio e o mundo poderão ter acesso a tudo isso”, comentou Telmo Moraes, curador do espaço.
Após os discursos, a entrada ao espaço foi liberada aos presentes, que puderam ver de perto as relíquias, que contam a história do esporte.