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Médica morreu asfixiada

Imagens e impressões digitais podem ajudar Polícia Civil a identificar o assassino

relogio min de leitura | Redação 02 de setembro de 2016 - 13:15
Os policiais aguardam resultados de perícia e estão analisando imagens de câmeras do condomínio
Os policiais aguardam resultados de perícia e estão analisando imagens de câmeras do condomínio -

Por Sérgio Soares e Laryssa Moura

Policias da 127ªDP (Armação dos Búzios), responsáveis pelas investigações do assassinato da médica Maria Júlia Matteoti Cavalcante de Oliveira, de 66 anos, já têm um suspeito de ter cometido o crime. Segundo o delegado Rômulo Prado, titular daquela unidade, o trabalho de sua equipe está adiantado. A hipótese é a de que a ginecologista tenha sido asfixiada com um travesseiro.

A cama da vítima foi arrastada, o que indica que ela teria tentado se defender. O Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) esteve no local fazendo a perícia, onde foram coletadas impressões digitais nas paredes e na porta lateral da casa, por onde o assassino pode ter saído.

O resultado do laudo e as imagens das câmeras poderão determinar a identificação do suspeito, que seria um homem, e o consequente pedido de prisão dele. O corpo da vítima foi enterrado na tarde de ontem no Cemitério São João Batista, em Botafogo, no Rio. A médica morava na Zona Sul da capital e viajava com frequência para a mansão de veraneio em um condomínio de Búzios nos feriados e fins de semana.

Recordando: Maria Júlia foi encontrada morta, na noite do último sábado, em uma casa do Condomínio Jardim do Lago, no bairro Baía Formosa, em Búzios. De acordo com o 25º BPM (Cabo Frio), o corpo da médica foi encontrado com a boca amordaçada e os braços amarrados, e o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Araruama.

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