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Câmara de Niterói realiza quatro audiências públicas esta semana

relogio min de leitura | Redação 25 de outubro de 2015 - 20:38

Vereadores de Niterói vão discutir quatro temas com os moradores

Foto: Luiz Nicolella

De hoje até à próxima quinta-feira, a Câmara de Vereadores de Niterói realiza quatro audiências públicas para debater questões ligadas ao orçamento para 2016, transporte, drogas e vagas em estacionamentos.

Hoje, audiência pública, às 17h, no plenário da Casa, vai debater com representantes das áreas médica, social, segurança e dependentes químicos, a questão das drogas. Às 19h, será debatida a construção da garagem subterrânea de Charitas. A audiência pública pretende abordar a carência de vagas de estacionamento e a razão pela qual a Prefeitura resolveu modificar a área onde a garagem será construída.

Amanhã, a questão do transporte marítimo pela Baía de Guanabara operado pela concessionária CCR Barcas será tema em destaque.

Na quinta, será realizada a segunda audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) para o próximo ano. Os debates começam às 20h.

Reuniões sobre mortes de policiais serão às quartas

As reuniões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as causas do grande número de mortes e incapacitações de profissionais de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro, as circunstâncias e consequências para os familiares e para a população vão acontecer todas às quartas-feiras, às 11h. Presidida pelo deputado Paulo Ramos (PSol), as reuniões serão realizadas na sala 311 do Palácio Tiradentes.

“O objetivo dessa comissão é fazer um levantamento criterioso do número, nomes e circunstâncias das mortes desses policiais. Estamos falando não apenas das mortes por ferimento com armas de fogo, mas também das mortes decorrentes de doenças, que podem ser caracterizadas como doenças profissionais em ato de serviço”, explicou o presidente.

Ramos também afirmou que o documento produzido na investigação servirá como um instrumento de prevenção. “A população precisa entender que segurança pública para os profissionais não pode ser o caminho da morte”, finalizou o deputado.

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