Prefeitura de Niterói planeja retomada da economia com mais empregos

Setor naval e comércio estão entre as atividades que deverão crescer

Enviado Direto da Redação

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A Prefeitura de Niterói já planeja as ações para a retomada do desenvolvimento econômico da cidade no período pós-pandemia e uma das apostas está no setor marítimo, com a dragagem do Canal de São Lourenço. Segundo o prefeito Rodrigo Neves, a obra vai possibilitar a retomada do setor, que já foi um dos mais importes na economia do estado, envolver 200 pequenas e médias empresas do setor naval, de óleo e gás, gerando mais de 10 mil empregos diretos.


A informação foi dada por Rodrigo Neves durante sua participação virtual no Café Empresarial, promovido pelo Clube dos Diretores Lojistas (CDL) em seu perfil no Instagram.


“A dragagem do Canal de São Lourenço é muito importante para a retomada do setor naval, com geração de mais de 10 mil empregos nos próximos anos em empresas de pequeno e médio porte, que se somarão às centenas de empregos e negócios que serão gerados na região com a inauguração do Mercado Municipal”, disse o prefeito.


Rodrigo Neves ressaltou também que, diferente de outras cidades do país, Niterói tem boas perspectivas de recuperação econômica com a diminuição dos casos de Covid-19.


“Estamos com nossas contas organizadas, mesmo com a pandemia, e vamos seguir com os investimentos em infraestrutura, como os que já foram feitos em obras que eram esperadas há décadas, como o Túnel Charitas-Cafubá, a Transoceânica e a duplicação da Avenida Marquês do Paraná. Esse protagonismo de Niterói tem atraído investidores estrangeiros, sobretudo da China e dos Estados Unidos, que querem conhecer os projetos da cidade e têm interesse em aportar capital na cidade”, disse o prefeito.


Rodrigo Neves destacou ainda que a prefeitura está tendo cautela na implementação do plano de transição gradual para o novo normal para evitar, como aconteceu em outras cidade, um retrocesso a estágios anteriores por causa do aumento de casos de Covid-19.


“No dia 21 de junho, a cidade evoluiu para o estágio amarelo 2, penúltima fase de transição gradual da cidade. Mas temos que avançar com cautela e sempre seguindo as recomendações do Comitê Técnico Científico, que reúne especialistas de instituições como a Universidade Federal Fluminense, Fundação Oswaldo Cruz e Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eles analisam os índices de evolução da pandemia, levando em conta indicadores como os dados de ocupação dos leitos, taxa de transmissão do coronavírus e novos casos e óbitos. Não queremos tomar decisões precipitadas e depois termos que voltar atrás, como tem  acontecido em outras cidades”, declarou Rodrigo Neves.

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