Comerciantes se reúnem com prefeito Nanci e pedem liberação do serviço Drive Thru

Prefeito pediu aos empresários que preparem um projeto

Enviado Direto da Redação
Prefeito pediu aos empresários que preparem um projeto

Prefeito pediu aos empresários que preparem um projeto

Foto: Divulgação

Entidades empresariais dos setores de comércio em geral e de serviços dos shoppings centers de São Gonçalo se reuniram na tarde desta terça-feira (19), com autoridades da prefeitura, solicitando que o governo autorize vendas através do sistema “Drive Thru” como forma de amenizar os problemas enfrentados, principalmente, pelas empresas de médio e pequeno porte.

A solicitação acontece durante o decreto assinado pelo prefeito José Luiz Nanci esta semana que prorroga o isolamento social rígido até o dia 31 de maio. Mas o governo se mostrou sensível à reivindicação e pediu aos empresários que preparem um projeto junto com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e as secretarias de Trabalho e Desenvolvimento Econômico e de Saúde e a Procuradoria Geral.

"Estamos aqui para trabalhar em conjunto. Vocês preparam a minuta e vamos discutir novamente. Se for viável, vamos colocá-la em prática", garantiu a secretária chefe de gabinete da prefeitura, Eliane Gabriel.

A frente do movimento, o vereador Alexandre Gomes lembrou que dezenas de municípios do país vêm aderindo ao sistema "Drive Thru" e que o objetivo principal é o aquecimento da economia além do comércio essencial. "Temos certeza que a opção é viável e segura. Como o sistema adotado em lanchonetes e lojas de fast-food, nossa proposta é que outros setores do comércio tenham esta opção neste período de isolamento social", explicou.

Além de garantir o "Drive Thru" nos shoppings, a proposta colocaria o serviço ao longo de uma determinada rua ou avenida no Centro e no bairro do Alcântara, os dois maiores polos comerciais da cidade. Os pedidos seriam feitos por aplicativos, sites e até por whatsApp e retirados no local indicado, sem aglomeração.

A ideia foi bem recebida pela população. "Gostei disso. Acho que podemos comprar outras coisas, além de remédio e comida, com responsabilidade. Estou precisando comprar uns sapatos e seria uma ótima oportunidade", garantiu a professora Gilda de Araújo, de 38 anos.

Outra também que gostou da sugestão foi a auxiliar de produção Cristina Lopes, de 36 anos. "Seria uma boa oportunidade principalmente para o comércio manter o emprego das pessoas. Em seguida, poderíamos comprar outras coisas que não tem no comércio essencial. Por mim, já está aprovado", conta.

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