Inaugurada central de monitoramento do sistema prisional, em Gericinó

Governador esteve no local

Enviado Direto da Redação
Governador esteve no local. Foto: Philippe Lima

Governador esteve no local. Foto: Philippe Lima

Foto: Divulgação

O governador Wilson Witzel participou, nesta quinta-feira (05/09), da inauguração do mais moderno centro de monitoramento do sistema prisional do país, no Complexo do Gericinó, em Bangu.  A central de vigilância recebeu recursos do Gabinete de Intervenção Federal (GIF) no valor de R$ 28 milhões. A unidade conta com 1.800 câmeras de última geração, entre elas modelos de longo alcance (“speed dome”), instaladas em pontos estratégicos como corredores de pavilhões, pátios, portarias, áreas externas, muralhas e galerias. O sistema adotado também inclui reconhecimento facial, identificadores de placas veiculares e gerenciador de imagens com inteligência artificial, além de servidores de última geração para armazenamento de imagens. 


- Agradeço ao GIF pelo trabalho realizado para que pudéssemos estar aqui inaugurando esta maravilhosa central de monitoramento. A capacidade de vigilância é de 100% do sistema penitenciário. Este modelo também ajuda na fiscalização do entorno – destacou o governador.


De acordo com o secretário de Administração Penitenciária, Alexandre Azevedo, o novo centro de videomonitoramento possui alta tecnologia, só encontrada em unidades prisionais no exterior.


"São 1.800 câmeras, 90% de assertividade no reconhecimento facial, controle de placas, de acesso, de perímetro, acompanhamento da rotina do interno, tanto na área de segurança como em cursos profissionalizantes. Em nenhum estado da federação existe unidade de monitoramento com esta tecnologia", disse.


O evento contou com a presença do chefe do Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro, General de Brigada Antônio Carlos de Souza.


Unidades do estado monitoradas


Ao todo, o Rio de Janeiro tem 51 unidades prisionais sob administração da Secretaria de Administração Penitenciária – 27 delas estão no Complexo de Gericinó, que concentra 80% da população carcerária fluminense. A integração do sistema permite o monitoramento à distância de todas as penitenciárias fluminenses pelos agentes.

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