Governador eleito do Rio diz que não vai prorrogar intervenção federal

Witzel, no entanto, quer continuar tendo apoio das forças armadas

Enviado Direto da Redação
Witzel, no entanto, quer continuar tendo apoio das forças armadas

Witzel, no entanto, quer continuar tendo apoio das forças armadas

Foto: Agência Brasil

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou, na noite de ontem (28), que não pretende pedir a prorrogação da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, mas gostaria de continuar tendo o apoio das Forças Armadas no estado. “Pretendo aproveitar o legado da intervenção, afirmou. Witzel quer marcar um encontro com o interventor federal, general Braga Netto, para saber qual o apoio que o estado poderá continuar tendo.

“Vou procurar o general Braga Netto para conversar com ele quais as principais diretrizes que estão hoje já alinhadas para que não sejam interrompidas em 2019”, afirmou. De acordo com Witzel, o Exército tem hoje no Rio mais de mil homens no patrulhamento da segurança pública.

O governador eleito quer ainda ampliar o Conselho de Segurança, que é presidido pelo secretário da pasta, para incluir outras instituições, como as polícias Federal e Rodoviária Federal, além de representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e das Forças Armadas.

Witzel prometeu reduzir o número de secretarias e afirmou que pretende ter uma equipe técnica no governo. Os nomes que vão compor o secretariado devem ser conhecidos, provavelmente, no final de novembro, segundo o eleito. “Até lá, temos colaboradores. Vou convidar alguns colaboradores. Policiais civis, policiais militares, médicos, professores de diversas áreas”.

O primeiro compromisso de Witzel após a eleição será amanhã (29), às 7h30, na Central do Brasil, onde irá para agradecer aos eleitores pelos votos que recebeu. Depois, irá para a sede do seu partido (PSC), no centro da cidade para um encontro com correligionários. “Começo amanhã a jornada”, contou.

Witzel adiantou que a esposa vai assumir a área de programas sociais. “A Helena começa a tomar conta da área da solidariedade, que é uma grande preocupação nossa. Vamos começar a pensar também no Rio Solidário”, informou.

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