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Wadih Damous quer investir em segurança pública de São Gonçalo

O advogado é candidato à reeleição para deputado federal

relogio min de leitura | Redação 25 de setembro de 2018 - 11:48
Imagem ilustrativa da imagem Wadih Damous quer investir em segurança pública de São Gonçalo

O advogado Wadih Damous (PT), de 62 anos, é candidato à reeleição de deputado federal, de cujo atual mandato se tornou titular com a eleição de Fabiano Horta a prefeito de Maricá, em 2016. Damous, que já foi presidente da OAB-RJ por dois mandatos, revela que colocará seu eventual segundo mandato à disposição de lutas coletivas com deputados estaduais em prol de São Gonçalo e região. “Quero colocar meu mandato à disposição para trabalhar em conjunto com os parlamentares estaduais desta região”, disse.

O SÃO GONÇALO - Em seu mandato como deputado, o que o senhor destacaria? Quais foram seus principais projetos?

WADIH DAMOUS - A defesa da democracia e da constituição. A luta contra o golpe, que foi impeachment da presidente Dilma (Rousseff) e posteriormente na defesa do ex-presidente Lula. foram dois fatos marcantes do meu mandato. Além disso, apresentei mais de 20 projetos de leis, alguns deles, centrados à advocacia e outros voltados à política do desencarceramento, já que o Brasil ocupa o terceiro lugar, no ranking mundial em população carcerária.

OSG - Por que o senhor tentará a reeleição? Quais são seus planos para São Gonçalo, Niterói e região em um eventual novo mandato?

WADIH- São Gonçalo é o segundo maior colégio eleitoral do Rio e é uma cidade importante com muitos problemas, de segurança pública, saneamento básico e mobilidade urbana. Por isso, quero colocar meu eventual segundo mandato à disposição para trabalhar em conjunto com os parlamentares estaduais desta região.

OSG - Como o senhor se posiciona nesse atual cenário de descrença da população com a política?

WADIH - Vejo isso com muita preocupação porque acaba sendo uma descrença na democracia. Porque não há democracia sem o exercício da política apesar de haver uma justificativa para que essa descrença aconteça. O Congresso Nacional, por exemplo, deixa muito a desejar. Mas as pessoas tem que entender que toda vida delas é resultado de decisões políticas.

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