Nanci apresenta propostas
Candidato a prefeito de SG cita projetos como parlamentar para mostrar o que vai fazer caso eleito

Candidato a prefeito em São Gonçalo, José Luiz Nanci (PPS), conversou, ontem, com eleitores sobre sua experiência como vereador e deputado estadual, para dar exemplos do que pretende fazer, caso seja eleito. Cumprindo seu segundo mandato na Alerj, Nanci citou entre outros projetos, a ampliação da Avenida do Contorno por meio de uma indicação legislativa. “Como deputado, eu consegui mais de R$ 70 milhões em emendas orçamentárias para São Gonçalo. Também fiz várias indicações para investimentos ao efetivo do 7ºBPM”, afirmou.
O candidato também falou de suas propostas para melhorar a vida da população. Atuando há 40 anos como médico na cidade, ele disse conhecer as necessidades dos gonçalenses e que está capacitado para cuidar do município. “Vamos trazer o BRT para São Gonçalo, que vai diminuir em até uma hora o tempo que as pessoas gastam no trânsito. Outra medida é sincronizar os sinais para melhorar o fluxo dos carros”, defendeu Nanci, citando ainda as emendas que elaborou para construir passarelas na RJ-104, em Marambaia e Vista Alegre.
O candidato ainda afirmou que é possível implementar o ensino integral nas escolas municipais e aumentar a arrecadação do município sem elevar os impostos. “Daremos início ao horário integral com projeto piloto em algumas escolas. Os educadores serão valorizados e haverá merenda de qualidade. A renda da cidade vai aumentar a partir de uma secretaria de desenvolvimento econômico, sem politicagem. Vamos criar a ‘Casa do Empreendedor’, diminuindo a burocracia de legalização, incentivando do pequeno negócio ao grande investidor e capacitando os jovens para o mercado de trabalho”.
Nanci também apresentou suas propostas para a saúde. “Nós temos que melhorar o fluxo na atenção secundária da saúde, assim como sua estrutura. Vamos tornar mais eficazes os PAMs e polos de saúde e viabilizar um hospital de apoio para casos de menor gravidade. O pronto socorro fica lotado hoje, porque o atendimento básico nos bairros não funciona”, finalizou.