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Alerj cobra nomeação de policiais aprovados

relogio min de leitura | Redação 19 de maio de 2016 - 21:48
Albertassi cobrou do governo do estado a convocação de 734 oficiais de cartório da Polícia Civil
Albertassi cobrou do governo do estado a convocação de 734 oficiais de cartório da Polícia Civil -

O líder do governo na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Edson Albertassi (PMDB), vai cobrar do Governo do Estado o cumprimento do acordo feito no fim do ano passado para a convocação de 734 oficiais de cartório da Polícia Civil. Eles chegaram a fazer o curso de formação, concluído em maio de 2015, mas não foram contratados.

A Alerj mediou o acordo que previa a convocação, a partir de novembro do ano passado, de turmas de 150 profissionais, sempre no dia 13. No entanto, o compromisso assumido pelo governador licenciado Luiz Fernando Pezão foi descumprido no mês de maio.Os 150 agentes que deveriam ter sido nomeados no dia 13 de maio e os outros 134 restantes, que seriam chamados em junho, protestaram na Alerj nesta terça e quarta-feira.

Eles se reuniram com o líder do governo, com a presidente da Comissão de Segurança da Alerj, deputada Martha Rocha (PDT) e outros deputados para cobrar o cumprimento do acordo. Integrante da quarta turma, que seria nomeada em maio, Marcos Matheus Romano cobrou o cumprimento imediato do acordo. “Entendemos a crise econômica, mas queremos só que o que foi assinado seja cumprido. Tomamos uma rasteira do governo quando terminamos o curso, nos reorganizamos com base no acordo, e agora levamos mais uma”, lamentou.

O deputado Edson Albertassi afirmou que levará a cobrança ao governador em exercício, Francisco Dornelles, e marcou um novo encontro com os concursados para a próxima semana. “Infelizmente esse caso não depende só do parlamento. Vamos buscar um caminho para que esses 284 restantes sejam convocados o quanto antes. Estou ao lado dos concursados”, garantiu. O deputado Flávio Bolsonaro (PSC) lembrou das dificuldades pelas quais a Polícia Civil tem passado, faltando pouco mais de dois meses para os Jogos Olímpicos. “As delegacias estão parando. Muitas estão trancando as portas”, afirmou.

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