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Alerj faz doações de recursos para a segurança e outros sete órgãos

relogio min de leitura | Redação 06 de maio de 2016 - 14:37
Presidente da Alerj, Jorge Picciani, disse que ainda pode fazer mais doações para a segurança.
Presidente da Alerj, Jorge Picciani, disse que ainda pode fazer mais doações para a segurança. -

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) deverá fazer novas doações de recursos para a secretaria de Estado de Segurança (Seseg) para garantir a continuidade de programas e o policiamento durante os Jogos Olímpicos. O anúncio foi feito pelo presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB) e pelo secretário José Mariano Beltrame ontem, após a entrega de um cheque de R$ 3,5 milhões da Assembleia para o curso de formação de soldados da Polícia Militar. Além da segurança, outros sete órgãos e programas do estado receberam doações, num total de R$ 16 milhões.

O secretário vai apresentar levantamento das principais necessidades da pasta em reunião na Alerj na próxima semana. “Vamos fazer um estudo do que é a prioridade da prioridade. Fazendo um cálculo preliminar, eu gostaria muito de pagar nossos atrasados para mostrar credibilidade. Seria preciso em torno de R$20 a 25 milhões”, informou. Segundo Beltrame, a secretaria precisa receber o orçamento anual aprovado no ano passado, de R$ 9 bilhões. “O recurso vem sendo dado de maneira parcelada, o que não me permite fazer planejamento”, completou. Picciani afirmou que vai analisar o que for apresentado pela secretaria. “Havendo necessidade de mais recursos, vou submeter à Mesa Diretora. Estamos dispostos a retirar um valor mais substancial do nosso fundo para fortalecer setores estratégicos da segurança”, anunciou. O presidente da Alerj lembrou que o sucesso dos Jogos Olímpicos tem o potencial de até dobrar o número de turistas no estado nos próximos anos, movimentando a economia e gerando empregos.

Segundo Beltrame, os recursos doados vão assegurar que a atual turma de formação de soldados se forme no tempo previsto inicialmente. Por causa da falta de alimentação, a carga horária tinha sido reduzida à metade e os policiais corriam o risco de não atuar a tempo das Olimpíadas.

Além da PM, a Uezo recebeu R$1,5 milhão; Hemorio, R$ 2 milhões; Fia, R$ 2 milhões; Rio Sem Homofobia, R$ 2 milhões; secretaria de Estado de Esporte (Seelje), R$ 2 milhões; Programa de Prevenção à Dependência Química, R$ 2 milhões; e Conselho Estadual de Direitos da Mulher (Cedim), R$ 1 milhão.

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