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PSB discute segurança em SG

Partido, que realiza reuniões da Agenda 40 em todo país, faz palestra no Clube Tamoio

relogio min de leitura | Redação 29 de abril de 2016 - 21:06
Mesa foi composta pelo presidente do PSB, Marlos Costa, e especialistas em segurança pública
Mesa foi composta pelo presidente do PSB, Marlos Costa, e especialistas em segurança pública -
Cerca de 500 pessoas compareceram na primeira reunião da Agenda 40, promovida pelo diretório do PSB de São Gonçalo, no Clube Tamoio, na noite de quinta-feira. O evento, que teve como objetivo discutir o problema da segurança pública no município, contou com a presença de especialistas da área, parlamentares, além da participação popular.
Segundo o presidente do PSB de São Gonçalo, vereador Marlos Costa, essa foi a primeira de uma série de plenárias que o partido pretende organizar para analisar os problemas locais e propôr soluções. O próximo evento, ainda sem data e local definidos, terá como tema a educação.
“Não tenho dúvidas de que é preciso existir uma integração entre as diferentes esferas do poder. A ideia é propôr políticas públicas que façam com que a prefeitura seja não somente uma parceira dessa integração, mas protagonista desse processo”, disse o vereador, citando questões como reforço e integração da Guarda Municipal às outras forças de segurança, sistema de monitoramento por câmeras e implantação e manutenção da iluminação pública.
A mesa debatedora contou com especialistas da área de segurança pública: delegado Sérgio Caldas, representante da deputada estadual Marta Rocha (PDT); delegada Carla Tavares, titular da 73ª DP (Neves); delegado federal Wanderley Martins, entre outros. “Lutei muito para dar à Guarda Municipal o poder de polícia militar, mas infelizmente no Rio de Janeiro, temos uma resistência. Para reverter essa sensação de insegurança, é preciso juntar as forças, tornar São Gonçalo uma cidade vigiada”, opinou Wanderley Martins. 
“Não posso acreditar que a polícia vá sozinha combater a criminalidade. Quando falamos de integração, não falamos de uma fazer o trabalho da outra, mas uma depender e respeitar a outra. Assim como a polícia sem a população também não consegue combater a criminalidade sozinha”, declarou a delegada Carla Tavares.

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