MPF vai investigar falta de mão de obra em agências reguladoras federais
Aproximadamente 32% dos cargos previstos para Agências estão vagos

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos terá dez dias para se pronunciar a respeito do cenário de crise na agências reguladoras federais. O prazo foi determinado pelo Ministério Público Federal (MPF) no DF, que vai investigar a situação.
O MPF iniciou a investigação com base em uma reportagem da jornal "O Estado de S. Paulo" sobre a falta de mão de obra em 11 agências reguladoras. Segundo levantamento realizado pelo veículo, cerca de 32% dos cargos previstos para o funcionamento das agências estão vagos.
A agência mais afetada é a ANM, a Agência Nacional de Mineração, que atualmente conta com 644 servidores, de acordo com os dados da matéria. A legislação prevê que a Agência deveria ter funcionários para pleno funcionamento.
A suspeita é de que o congelamento de salários, a aposentadoria de antigos servidores e o cancelamento de concurso públicos nos últimos anos piorou o cenário nas Agências. O MPF segue apurando o caso.