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Ciro Gomes tem candidatura a presidência oficializada pelo PDT

Ainda sem vice confirmado nem alianças, Ciro é o primeiro presidenciável a formalizar candidatura

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 20 de julho de 2022 - 22:13
Em convenção de lançamento, Ciro comentou propostas e criticou Lula e Bolsonaro
Em convenção de lançamento, Ciro comentou propostas e criticou Lula e Bolsonaro -

O ex-governador Ciro Gomes teve sua candidatura a Presidência da República formalizada oficialmente nesta quarta-feira, (20/07), pelo Partido Democrático Trabalhista, o PDT. Com isso, Ciro se tornou o primeiro dos presidenciáveis a ter sua candidatura confirmada na temporada convenções partidária que se iniciou hoje e vai até o dia 15 de agosto.

O candidato ainda não tem um vice confirmado. A decisão será feita pela Executiva Nacional do partido e deve ser registrada também até o dia 15. Além do vice, o PDT também não confirmou alianças com outros partido para formação de chapa.

No evento do partido, o pedetista comentou sobre seu projeto de governo, recentemente publicado como livro em "Projeto Nacional: O dever da esperança". Ciro destacou que pretende executar uma reforma tributária com ênfase na taxação proporcional à renda de cada contribuinte. Ele também disse que pretende eliminar o teto de gastos. "Vai ser revogado nas primeiras horas do nosso possível governo", reforçou o ex-governador.

O político cearense aproveitou para comparar seus dois principais adversários: o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ciro disse enxergar profundas semelhanças entre os dois e afirmou que, em sua opinião, ambos "estão causando um mal terrível à população brasileira, criando o maniqueísmo do bem absoluto e do mal absoluto. Cada um diz que tudo de bem está do seu lado e tudo de mal está de outro."

Aos 64 anos de idade, Ciro Gomes já tentou a eleição a Presidente da República outras quatro vezes, em 1998, 2002, e em 2018, quando chegou ao terceiro lugar. Foi prefeito de Fortaleza no final da década de 1980 e governador do Ceará em 1990. Ocupou o posto de Ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco e de Ministro de Integração Nacional durante o primeiro mandato de Lula na Presidência. Foi eleito deputado federal pelo estado do Ceará duas vezes.

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