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Bolsonaro concorda que brasileiros viviam melhor com Lula presidente

O atual presidente diz que concorda que na época de Lula tudo era melhor

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 17 de maio de 2022 - 21:34
A declaração foi feita para seus apoiadores
A declaração foi feita para seus apoiadores -

O presidente Jair Bolsonaro (PL) concordou com quem diz que, durante o governo do ex-presidente Lula, os brasileiros viviam melhor. Bolsonaro afirmou isso na última segunda (16), em uma declaração feita para seus apoiadores no Palácio do Alvorada.

O presidente culpou as medidas de distanciamento social, tomadas contra o coronavírus, e também a Guerra na Ucrânia pelos problemas econômicos que o seu governo vem passando.

"Falaram 'no tempo dele [Lula], o povo vivia um pouco melhor do que hoje'. É lógico que vivia, concordo! Temos um pós-pandemia, do 'fique em casa', economia a gente vê depois, uma guerra, entre outros problemas", falou Bolsonaro em sua declaração.

O comentário foi feito no momento em que Bolsonaro acusava a antiga gestão (Lula e depois Dilma) de corrupção. Após isso, ele afirmou que a vida de todos poderia ter sido melhor, caso não tivesse ocorrido desvios públicos.

"Mas lá atrás, se se vivia melhor, poderia ter vivido muito, mas muito melhor ainda se não tivesse roubado tanto", declarou.

Bolsonaro está vivendo um momento em que o impacto da inflação age diretamente em cima da aprovação do seu governo.

Com o preço alto de alguns alimentos, como leite, batata, óleo de soja, o pão francês, carne e também do etanol e do diesel, o Brasil chegou à marca de maior inflação no mês de abril, isso não acontecia desde 1996. O IPCA vem marcando 1,06%. O poder de compra dos trabalhadores ainda é uma das maiores dores de cabeça de Bolsonaro durante seu caminho de reeleição.

Segundo o Dieese, o custo em abril dos alimentos, teve um crescimento em 17 capitais avaliadas mensalmente pelos institutos. Desta forma, a cesta básica chegou ao valor de R$ 803,99 em São Paulo, R$ 788 em Florianópolis, R$ 780,86 em Porto Alegre e R$ 768,42 no Rio de Janeiro.

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