Governador Cláudio Castro troca secretários de Saúde e da Fazenda

Castro tomou posse no último sábado (1º)

Escrito por Redação 04/05/2021 20:57, atualizado em 04/05/2021 21:48
Alterações serão publicadas no Diário Oficial
Alterações serão publicadas no Diário Oficial . Foto: Divulgação

O governador Cláudio Castro (PSC) tomou posse no último sábado (1), após ser confirmado o impeachment de Wilson Witzel, na sexta (30). Com a chegada, Castro já começou a realizar mudanças no secretariado do governo nesta terça-feira (4). Entre essas, estão inclusas mudanças nas secretarias da Saúde e da Fazenda.

Nelson Rocha foi nomeado novo Secretário da Fazenda, substituindo Guilherme Mercês, além desse, Alexandre Chieppe assume como novo Secretário da Saúde, no lugar de Carlos Alberto Chaves. Chaves continua na pasta e passa a coordenar a logística de distribuição de vacinas da secretaria do Estado de Saúde. O Diário Oficial desta quarta-feira (5) irá publicar as alterações.

O governador comentou sobre as mudanças:

“Este é um momento crucial para o Estado do Rio. Temos diversos desafios, entre eles a pandemia e a situação econômica do Rio, agravada pela Covid-19. Confio no trabalho de ambos e desejo boa sorte. Agradeço a dedicação e atuação do secretário Mercês, que teve importância fundamental no processo de recuperação fiscal do Estado. Quero deixar meu agradecimento ao Chaves pelo resultado até aqui.” – disse Castro.

Chieppe é obstetra e ginecologista formado pela UFRJ e foi subsecretário de Vigilância em Saúde na secretaria, além de coordenador da pandemia de dengue, em 2008. Nelson Rocha foi assessor Chefe do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e secretário de Fazenda durante o governo de Benedita da Silva (PT), 2002, também foi vice-presidente da Superintendência de Desportos do Rio (Suderj) e do Vasco durante a gestão de Roberto Dinamite, de 2009 a 2012.

As reformas no secretariado do governo do Estado podem continuar durante esta semana. O governador pretende usar essas mudanças para promover um rearranjo nas forças políticas do Estado na tentativa de construir uma frente centro-direita possivelmente para as eleições de 2022. 

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