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Governador do Rio recomenda chá de camomila a João Doria após críticas

"Do Rio, cuido eu", disse Claudio Castro ao governador de São Paulo

relogio min de leitura | Redação 12 de março de 2021 - 09:44
Castro é um dos cinco governadores que retiraram seu nome do "Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde"
Castro é um dos cinco governadores que retiraram seu nome do "Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde" -

Nesta quinta-feira (11), o governador interino do Rio, Claudio Castro (PSC), utilizou as redes sociais para rebater as críticas que recebeu do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Castro sugeriu que Doria precisa "tomar um chá da camomila".

A declaração de Castro na web ocorre após Doria criticar o governo do Rio por flexibilizar ações de contenção da disseminação da Covid-19 e retirar a participação no 'Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde', uma carta assinada em conjunto.

"Respeito o governador de SP. Reconheço sua liderança, mas acho que está fora do tom. Espero que sua atitude não seja reflexo do novo cenário eleitoral, e sim por conta do aumento de casos da Covid. Recomendo a ele um chá de camomila e que cuide de SP, porque, do Rio, cuido eu", escreveu Castro, no Twitter.

O governador interino do Rio é um dos cinco que retiraram seu nome do "Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde". Também retiraram o nome do ofício os governadores do Amazonas, Rondônia, Paraná e Santa Catarina.

"Lamento que o Rio de Janeiro, onde vivi parte da minha vida e conheci a minha esposa e tenho tantos e tantos amigos, ao invés de ter medidas que restrinjam - e com isso protejam a sua população - façam exatamente o caminho oposto. Mas não cabe a mim fazer esse juízo. Esse juízo deve ser da população do Rio de Janeiro", afirmou Doria.

O governador de SP também disse que "não fará restrições aos nossos vizinhos, nós somos um só país". Ele também destacou o trabalho dos governadores que se comprometeram a assinar o pacto.

"Todos esses 22 governadores estão trabalhando, inclusive em alguns casos consorciadamente, para a aquisição de mais vacinas independentemente do governo federal, que sistematicamente diz que comprou vacinas, comprou vacinas e comprou vacinas. O que nós precisamos é das vacinas, e não do anúncio das vacinas. Pessoas querem vacinas no braço, e não no papel. Não é isso que está acontecendo", comentou.

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