PF prende em Niterói suspeito de fraudes em contratos publicitários

Material apreendido na nova fase da Lava Jato é periciado
Foto: Divulgação/ DPFA 11ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada ontem pela Polícia Federal, investiga a existência de um esquema criminoso de fraude em contratos de publicidade do Ministério da Saúde e da Caixa Econômica Federal. Sete foram presos nessa nova etapa das investigações, entre eles Ivan Vernon da Silva Torres, acusado de ser um laranja do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), localizado pelos federais em Niterói.
Segundo a PF, as novas investigações revelam que o deputado cassado André Vargas (sem partido-PR) é suspeito de receber propina da agência de publicidade Borghierh Lowe Propaganda e Marketing Ltda., responsável pelas contas publicitárias do banco estatal e do Ministério da Saúde.
Lista de presos - André Vargas foi um dos presos de ontem e teve uma mansão sequestrada pela Justiça. Além do ex-petista, foram detidos preventivamente os ex-deputados federais Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE) – condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão.
Foram levados ainda para a Superintendência da PF, em Curitiba, Leon Vargas, irmão de André Vargas, Ivan Vernon da Silva Torres, Elia Santos da Hora (secretária de Argôlo) e Ricardo Hoffmann, diretor da agência Borghierh Lowe Propaganda.